February 21, 2007

Sadia | História da Marca

O frango veloz, a salsicha em forma de “s” na frigideira, o comercial do peru com termômetro que apita e o menino de olhos vendados experimentando diversos presuntos com o dedo até adivinhar o seu preferido são algumas das campanhas memoráveis que fizeram a Sadia ficar conhecida e famosa.

Fundada por Attilio Fontana em 7 de junho de 1944, a partir da aquisição de um frigorífico em dificuldades, a S. A. Indústria e Comércio Concórdia é batizada por seu fundador, pouco tempo depois, como Sadia. O nome foi composto a partir das iniciais SA de “Sociedade Anônima” e das três últimas letras da palavra “Concórdia”, DIA, e virou marca registrada em 1947. Foi um início modesto. Tudo o que se tinha para começar era um moinho de baixa capacidade e um frigorífico inacabado. Os produtos iniciais nos dois primeiros anos eram a farinha e o farelo de trigo. O retorno dos investimentos aplicados no moinho permitiu completar a construção do frigorífico, que, já em 1946, abatia mais de 100 suínos por dia. Com a matéria-prima resultante, outros itens como banha, toucinho, carnes salgadas, pernil, presunto, salame, lombo e lingüiça entraram para a lista dos produtos da empresa.

Em 1952, arrendou-se um avião da então Panair do Brasil para levar produtos frescais da fábrica para a capital paulista e Rio de Janeiro, impulsionando as vendas da empresa. Não tardou para que fosse criada, em 1955, a Sadia Transportes Aéreos, que logo passou a transportar também passageiros, tornando-se uma empresa aérea independente da Sadia em 1972, adotando o nome de Transbrasil.

Em 1969 foi lançado o famoso hambúrguer Sadia. Até o final da década, uma diversificada linha de produtos - salsichas, hambúrgueres, almôndegas, quibes - pôde ser produzida em São Paulo, propiciando o ingresso no segmento de alimentos semiprontos congelados. Os anos 60 foram marcados, ainda, pelas primeiras produções e abates experimentais de perus em Concórdia, além dos primeiros contratos de exportação, em 1967, envolvendo carnes bovina e suína in natura congeladas. Em 1974, é lançado o Peru Temperado Sadia, um dos produtos de maior sucesso na história da empresa. Em 1975, a Sadia iniciou as exportações de frango congelado para o Oriente Médio e assumiu a liderança entre os exportadores nacionais.

Em 1982, dois marcos institucionais históricos: a criação do SIC - Serviço de Informação ao Consumidor Sadia, pioneiro na indústria alimentícia como primeiro canal direto de diálogo com consumidores, e a distinção da marca Sadia, pelo INPI, Instituto Nacional de Propriedade Industrial , como Marca Notória. Finaliza a década de 80 exportando para 40 países e posiciona-se entre os maiores exportadores brasileiros. Presunto tipo Parma, diversificação nas linhas de hambúrgueres e de almôndegas, nuggets, steak de frango empanado, linhas de empanados de frango semiprontos congelados e frios fatiados em embalagens individuais a vácuo foram alguns dos lançamentos que marcaram as inovações em produtos nos anos 80. A década de 90 foi o período em que ocorreu uma expressiva quantidade de novos lançamentos, a maioria deles nas categorias dos semiprontos e prontos congelados e de conveniência, além de uma diversidade jamais antes realizada, com produtos à base de peixe, de vegetais, massa e doces. Como parte de sua internacionalização, entre 1991 e 1992, a empresa implantou filiais comerciais em Tóquio, Milão e Buenos Aires. Em 1999, duas novas aquisições: a compra da empresa Miss Daisy, que permitiu à Sadia ingressar no ramo de sobremesas prontas congeladas, e da Granja Rezende, em Uberlândia, MG, centro de excelência em genética e produção avícola e suinícola, permitindo à empresa posicionar um pólo industrial em região geográfica estratégica do País.

Curiosidades
> Com mais de 30 mil funcionários, a Sadia mantém 12 unidades industriais e centros de distribuição espalhados por todo o Brasil.
> Exporta para mais de 60 nações e no exterior tem filiais e escritórios comerciais por vários países, abrangendo América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio.
Posted on 02/21/2007 7:50 PM Comments (1)

Brastemp | História da Marca

A marca BRASTEMP, que virou sinônimo de eletrodoméstico no Brasil, foi introduzida no mercado pela empresa Brasmotor. A empresa que fabricava peças para a indústria automotiva enfrentava havia algum tempo grave crise quando resolveu diversificar sua atividade industrial. Vem daí a opção pela produção de eletrodomésticos da linha branca. A primeira responsabilidade de Hugo Miguel Etchenique, um boliviano formado em engenharia industrial, foi com os setores de pintura e esmaltação das geladeiras que eram aqui montadas. Poucos anos depois, a empresa já estava produzindo refrigeradores e, em 1954, nasceu à marca BRASTEMP. O nome era uma associação do nome de Brasmotor com Brasil e uma referência à temperatura.

A marca sempre foi pioneira em inovações: foi a primeira a lançar o refrigerador com isolamento em poliuretano, o refrigerador com sistema frost free, o fogão auto-limpante, o freezer vertical e a lava-louça.

Em 1990, a campanha criada pela agência Talent marcou época. Divulgados em revistas e na televisão pela dupla Arthur Kohl e Wandi Doratiotto, os slogans “Brastemp não tem comparação” e “Não é assim nenhuma Brastemp” viraram expressões de uso nacional, transformando a marca em sinônimo de qualidade.
Posted on 02/21/2007 7:47 PM Comments (2)

Sundown | História da Marca

A história do protetor solar mais conhecido e vendido do Brasil começou em 1984 quando a empresa Johnson & Johnson introduziu no mercado o Sundown, a 1ª marca de Protetor Solar no Brasil, lançando os primeiros fatores FPS (Fatores de Proteção Solar) 4, 8 e 15. A marca foi a responsável pela introdução no mercado brasileiro o conceito de Fator de Proteção Solar (FPS), ensinando e conscientizando as pessoas sobre a necessidade de proteção solar, de uma forma fácil e didática. Desde seu lançamento, nunca parou de inovar.

Em 1989 lançou Fatores de Proteção mais elevados: FPS 20, 25 e 30. As pessoas passaram a desenvolver maior consciência sobre a necessidade de proteção solar, buscando FPS mais altos para proteger a pele. Dois anos depois, aprimorando cada vez mais a sua fórmula, oferecia maior espectro de Proteção Solar: AMPLA PROTEÇÃO UVA + UVB.

Em 1992 a marca passou a desenvolver produtos voltados para necessidades específicas: lançou neste ano Sundown Sport FPS 8, para quem pratica esportes ao ar livre e necessita de proteção adequada. Como maior diferencial, a versão Sport oferece resistência ao suor e à água por 4 horas, dentro ou fora d’água. Outras inovações foram introduzida no mercado nos anos seguintes como em 1994 com o Sundown Gel Pós-Sol, com Aloe Vera, que oferecia refrescância e hidratação na pele após a exposição ao sol e o Sundown Stick, para proteger especialmente os lábios e outras áreas sensíveis como nariz e testa.

Em 1995 oferece mais três produtos ao mercado:
Sundown Baby FPS 15: para as mães que querem proteger a pele delicada dos bebês de 0 a 2 anos da exposição ao sol;
Sundown Kids FPS 15: para a criança que não é mais bebê, mas também precisa de atenção e proteção especial;
Sundown Repelente FPS 15: pensando em quem adora ir para o meio do mato curtir a natureza, pescando ou fazendo caminhadas em trilhas de aventura, garantindo a proteção e ainda repelindo insetos, através de uma agradável fragrância, durante 2 horas.

O Sundown Spray FPS 8, uma versão mais prática e moderna, fácil de aplicar na pele, em 1996. O Sundown FPS 50, garantindo maior proteção para pessoas de pele clara e sensível e que precisam de mais cuidados com a exposição solar, em 1998; Sundown Cabelos, protegendo especialmente os cabelos e ajudando a manter a cor e a força dos fios através dos filtros UVA e UVB, em 1999.

Em 2001, mais uma vez a marca surpreende a todos lançando uma linha de bronzeadores. Sundown Gold chegou ao mercado e em apenas um ano já se torna uma das principais marcas de bronzeadores do mercado. E a marca Sundown não para de inovar, lançando produtos pioneiros no mercado e fazendo de tudo para nos proteger do sol.
Posted on 02/21/2007 7:28 PM Comments (0)

Chilli Beans | História da Marca

História
A Chilli Beans revolucionou o mercado ao inovar na forma de vender óculos escuros, tornando-se um ícone em seu segmento. Iniciou suas atividades em 1996, sob o comando do empresário Caito Maia que abriu um pequeno estande (na verdade uma tábua apoiada sobre dois cavaletes) no Mercado Mundo Mix, uma feira de moda voltada para o público jovem, em São Paulo, comercializando óculos de sol com design focado nas tendências fashion. Chamou a atenção pela oferta de produtos modernos e de qualidade, com preços bem acessíveis.

Em 1997, inaugurou sua primeira loja na Galeria Ouro Fino, transformando o lugar em uma das principais referências de consumo e comportamento jovem do país. A partir daí, iniciou-se um vertiginoso processo de expansão, e em menos de um ano, mais de 20 novos pontos-de-venda foram abertos. O primeiro quisosque foi inaugurado no Shopping Villa Lobos em 2000. As vendas explodiram. No ano seguinte surgiram mais três pontos: nos Shoppings Eldorado, Iguatemi e Morumbi.

O modelo de loja criado pela Chilli Beans é um verdadeiro sucesso. Em vez de óculos expostos em vitrines, balcões self-service. No lugar de produtos de marcas diversas, apenas uma marca própria. Em vez de duas ou três coleções por ano, pequenas tiragens e óculos novos na prateleira a cada dez dias. E no lugar de espelhos, um sistema de câmeras e monitores filma o rosto do cliente e o exibe em quatro ângulos diferentes para que ele aprecie melhor o modelo de óculos que está provando. O mix de produtos da Chilli Beans atende do público infantil ao adulto, com grande receptividade entre os jovens. São cerca de 80 modelos de óculos expostos em cada ponto-de-venda, sendo dez lançamentos por semana. As linhas são divididas em Kids, Clássico, Metal e Esporte, todas com proteção UV 400 em lentes feitas de acrílico, policarbonato e polarizadas.

Para complementar a linha de óculos escuros, a Chilli Beans oferece spray limpa-lentes, estojo rígido, flanela, sicurezza (cordão) e presilha porta-óculos para carro. Outro importante passo para a empresa foi o lançamento da nova linha de relógios que após dois anos de pesquisa, entrou no mercado com cerca de 140 tipos diferentes. Os modelos são exclusivos e combinam design moderno com tecnologia. No início de 2006, a marca Chilli Beans já era comercializada em mais de 160 pontos exclusivos (lojas e quiosques), distribuídos entre os maiores shoppings e estratégicos centros comerciais do Brasil. No cenário internacional, a Chilli Beans está presente em Lisboa (Portugal), com uma loja inaugurada em 2005 e recentemente inaugurou o primeiro ponto de venda nos Estados Unidos.
Posted on 02/21/2007 7:15 PM Comments (0)

Carbonell | História da Marca

Carbonell na Espanha
Em 1866, Antonio Carbonell, arrecadador de impostos em Córdoba, percebendo a abundância de azeite e a grande demanda na região, começou a se interessar pelo seu comércio. Rudimentarmente começou a enlatar e a comercializar o azeite.

Desde 1868 seu azeite era vendido fora da Espanha, consolidando a fama de grande distribuição que permite à Carbonell hoje estar presente em 95% dos pontos de venda do país. Em 1878, Antonio Carbonell falece repentinamente. A Carbonell continuou sob o comando de sua esposa, Dona Cândida, grande empresária e que conseguiu dar continuidade aos planos do marido em termos de crescimento e estabilização da empresa.

Em 1879, as exportações se consolidam, destinadas à Liverpool e Marselha. O principal fato que levou a Carbonell a exportar o azeite foi o extraordinário contrato que fechou com o Ministério da Marinha Inglesa. Através da Marinha Real Inglesa o azeite Carbonell começou a ser conhecido no mundo inteiro, sendo vendido em quase todos os países dos 5 continentes.

Entre os anos de 1897 a 1914, as atividades comerciais e industriais se multiplicaram na Carbonell. Este período corresponde à abertura de diversas sucursais com a compra em 1898 da fábrica de azeites Buena Vista em Córdoba, em 1900 uma fábrica em Aguilar de La Frontera e em 1913 em Granada. Em 1912, adquiriram um armazém em Sevilha.

Aos 26 anos, o filho de Antonio Carbonell, Carlos Carbonell y Morand assume o comando da empresa, continuando a obra iniciada por seu pai. Em 1917, falece entrando a família a frente dos negócios. Com isso, o capital da empresa, propriedade neste momento dos 33 membros da família, dobra em 1920.

Uma mudança importante aconteceu em 1935. O Banco Hispano Americano, a quem a Carbonell havia pedido um empresário, visou assumir o controle da empresa, porém, no ano seguinte a empresa tornou-se uma Sociedade Anônima, fato que aumentou a participação dos acionistas, dissipando o poder entre eles e frustando as intenções do banco.

Por volta de 1900, aconteceu a única mudança de embalagem de lata do azeite. Antes havia duas latas diferentes. Com a mudança, as duas latas foram incorporadas à uma nova embalagem estando ao lado da “moça” que é marca registrada da Carbonell. Além disso foi acrescentada uma moldura vermelha ao redor do desenho.

Na década de 60, a Carbonell diminui a venda de azeite à granel e passou a aperfeiçoar as embalagens de vidro e plástico.
A inovação tecnológica e o controle de qualidade caracterizam a Carbonell desde a sua fundação.

Um fato atípico que marcou a sua história ocorreu em 1981 quando foi comprovado um envenenamento maciço por um azeite concorrente na Espanha. Este fato fez aumentar a credibilidade da Carbonell no mercado, havendo um conseqüente aumento de vendas, recorde no mês de setembro para a empresa.

Em 1985, o Grupo Elosua assume o controle da empresa juntamente com o governo espanhol através de uma empresa do Ministério da Agricultura. Este grupo tem cobertura internacional e possui fábricas na Califórnia e Argentina e representações comerciais em Nova Iorque, Frankfurt, Amsterdam, Londres e São Paulo. Possui 2.000 empregados e 3.000 acionistas. O grupo Elosua é líder de vendas de azeite de oliva no mundo, de legumes enlatados na Europa e em vinagres, salsas, mostardas e azeitonas pretas na Espanha. Além desses produtos, a Carbonell possui também na sua linha, salada de futas e catchup.

Carbonell no Brasil
Desde 1940, Mario Gomes Carrera representava produtos espanhóis no Brasil, dentre eles o azeite Carbonell. A Carbonell Espanha percebendo que seus negócios estavam crescendo no país, decide instalar uma filial no país. Isto ocorreu principalmente devido ao elevado consumo de azeite por parte dos imigrantes europeus.

Assim, em 1974, Mario Gomes Carrera passou de representante para presidente da filial. O primeiro escritório era uma sala na Avenida Paulista, sob a sua responsabilidade. No ano seguinte, com 3 funcionários, foi transferido para o Brás. Em 1976, Mario Gomes Carrera decide desligar-se da empresa e a Carbonell muda-se para o Cambuci já com mercadoria própria, permanecendo até 1981. Essa mudança ocorreu devido à necessidade de um local maior para o armazenamento dos produtos. Com esta estrutura a Carbonell chega a ter 90 funcionários.

Temendo não conseguir sobreviver apenas com o azeite, a Carbonell tenta durante esse período no Cambuci, trazer outros produtos para o Brasil como vinhos alemães e franceses e uísques escoceses, o que durou pouco tempo. A Carbonell percebeu que o azeite era o produto que mais se destacava e que o objetivo da empresa era fixar a marca Carbonell no país com produtos de alta qualidade e confiabilidade.

O principal fato que fez a Carbonell desistir da antiga estrutura foi a insatisfação da maioria dos vendedores que não conseguiam, com suas vendas, um bom nível de remuneração. Eles tinham que cobrir cerca de 4.000 clientes que compravam em média 2 caixas por mês, enquanto poucos vendedores concentravam o maior número de vendas, por atenderem grandes clientes como o Pão de Açúcar, Makro, Carrefour, Eldorado e Paes Mendonça.

Outro aspecto é que a Carbonell passava a ser vista pelos atacadistas e importadores como mais um concorrente, pois também vendia para o varejo disputando o mesmo segmento de mercado.

Por isso, esta estrutura de estocagem e comercialização acaba em 1981 e a Carbonell passa de importadora para uma empresa prestadora de serviços, permanecendo assim até hoje.

Neste período a empresa permanece no bairro da Aclimação até 1991 quando é transferida para o atual endereço na Vila Mariana.

Sua função passa a ser então a de uma intermediária entre o cliente (importador, supermercadista) e a matriz na Espanha. A Carbonell é responsável por todo o controle de qualidade e assistência necessária, promovendo cursos rápidos a vendedores, bem como promoção e propaganda dos produtos.

O azeite Carbonell foi o primeiro produto a ser trazido para o país, sendo o principal produto comercializado até hoje. Suas vendas representam 97% do faturamento da empresa. O azeite Fígaro começou a ser importado em meados de 1976 e o vinagre Carbonell foi introduzido no mercado nacional há apenas cinco anos.

A Carbonell do Brasil também é responsável pela coordenação das vendas para a América do Sul (exceto Venezuela e Guianas), objetivando manter e conquistar novas vendas nestes países. Além disso, dá suporte de marketing, mantendo contato e fazendo visitas periódicas a estes países.
Posted on 02/21/2007 6:52 PM Comments (0)

Playstation | História da marca

História
A história do console da Sony é a própria história (muito conturbada) da afirmação do CD-ROM no entretenimento doméstico. No começo a desconfiança era grande, pouca gente tinha e os preços eram altos. Tudo começou há muito tempo atrás, nos anos de ouro do Super Nintendo. Em 1988, a Sony firmou um contrato com a Nintendo para criar um leitor de CDs para o novo videogame de 16 bits. Chamado na época de Super Disc o console rodaria cartuchos de SNES e CDs de “multimídia” da Sony, além dos jogos criados pela Nintendo em CD. Mas o futuro reservava surpresa para as duas empresas. A Sony conseguiu o direito de ser a única distribuidora mundial oficial da plataforma, criada por Ken Kutaragi (que havia desenvolvido o chip de aúdio do SNES na Sony), além de ter todos os direitos sobre os kits de desenvolvimento. A Nintendo, famosa por querer controlar toda a produção, não gostou das notícias. Um dia depois do anúncio da Sony sobre o PlayStation (o novo nome do Super Disc), a Nintendo foi ao público para seu próprio anúncio. Só que ao invés de efetuar o pacto com a Sony, disse que estava criando um leitor de CD para o SNES com a Phillips. Chegara a vez de a Sony se enfurecer. Então, após uma história tumultuada com a Nintendo, a Sony esperou até 1993 para anunciar o seu PlayStation-X (o que explica a sigla PSX, que muitas revistas brasileiras decidiram “corrigir” para a Sony como PST), uma versão atualizada do videogame de CD, agora com capacidades gráficas 3D e nenhuma ligação com a Nintendo. O design do videogame, chefiado por Kutaragi, era simples, porém extremamente poderoso e elegante. Mas como a Atari e a 3DO provaram, hardware não salva uma plataforma, e a Sony precisava de software de qualidade para o PSX. E começou a corrida para seduzir os produtores de jogos. Com a compra da Psygnosis, uma empresa inglesa de software, e o suporte de mais de 250 empresas japonesas, a Sony se preparava para produzir em larga escala o aparelho. Uma parceria com a Namco resultou em Ridge Racer, um jogo de fliperama baseado na placa do PSX que seria posteriormente usado como jogo-propaganda para o lançamento do console. Em dezembro de 1994, o PlayStation é lançado no Japão, apenas alguns dias depois do Saturn (este, por sinal, foi inteiramente produzido como um videogame 2D, e seu chip 3D colocado de última hora, resultando em uma performance muito inferior ao PSX nesse departamento).

Custando 37 mil ienes, aproximadamente 700 reais, o aparelho voava das lojas e foi considerado um dos produtos mais importantes da Sony desde o Walkman. Em 1995, o PlayStation dá as caras na E3 e rouba o show, seduzindo a imprensa e o público americano com suas promessas (também, ele estava concorrendo com o Saturn e o Virtual Boy!). E com uma centena de produtores ocidentais, tudo parecia perfeito para o lançamento americano. E assim, no dia 9 de setembro de 1995 a Sony levou às lojas seu novo console, custando 299 dólares, o mesmo preço para o lançamento do PS2. E no dia 2 de março de 1999, Kutaragi, que se tornou presidente do departamento de entretenimento eletrônico da Sony, anunciou o PlayStation 2. Com o poder do revolucionário Emotion Engine, desenvolvido por ninguém menos que Kutaragi, ele prometia revolucionar o mundo dos videogames como o conhecemos. Lançado no Japão em março de 2000, o videogame só chegaria aos Estados Unidos em outubro do mesmo ano. Em 2006 chegou ao mercado o PlayStation 3.

Curiosidade
• Desde seu lançamento em 1995, a marca PlayStation já vendeu mais de 200 milhões de videogames, sendo 10 milhões apenas nos dois primeiros anos.
Posted on 02/21/2007 6:48 PM Comments (0)

Moët & Chandon | História da marca

História
A casa MOËT & CHANDON foi fundada por Claude Moët em Epernay, região de Champagne, na França no ano de 1743. No século 19 seu neto, Jean-Rémy Moët, contribuiu para a expansão e crescimento da marca em mercados estrangeiros. Jean passou o negócio para seu filho e seu cunhado, Pierre Gabriel Chandon, vindo daí a origem do nome MOËT & CHANDON. Em 1750 ingressou no mercado inglês, 1755 na Alemanha, 1761 na Espanha, 1762 na Rússia e 1787 na América. Em 1801, ao ser eleito prefeito de Epernay, Jean-Rémy Moët decidiu que as pessoas importantes que eventualmente cruzassem a região de Champagne, a 150 quilômetros de Paris, deveriam se hospedar em sua propriedade. Com isso, o consumo da bebida aumentou significativamente.

A marca atual nasceu em 1833, quando Victor Moët e seu genro, Pierre-Gabriel Chandon de Brialles, formaram uma sociedade. No ano de 1856 as designações “Dry” e “Sec” começaram a aparecer nos rótulos das bebidas. No ano de 1863, em homenagem a Napoleão Bonaprte, a designação “Impérial” começou a ser utilizada. No ano de 1869, em comemoração ao 100 anos do nascimento de Napoleão Bonaparte, foi lançado o primeiro carregamento da champagne MOËT & CHANDON Brut Impérial, que passou a ser impressa no rótulo na década seguinte. Em 1891 foi inaugurado o famoso restaurante Maxim’s em Paris e a champagne MOËT & CHANDON se tornou a mais popular do estabelecimento. Em 1943 foi lançada a champagne “Dry Impérial” para comemorara a entrada do terceiro século de vida da empresa. Em 1968 a marca começou sua expansão nos Estados Unidos. Em 1986 foi lançada a campanha “Moët, the champagne of winners” para comemorar os 20 anos de presença na Fórmula One (a champagne estava na categoria desde 1966). Em 1995 a empresa lançou no mercado três novas champagnes, a Brut 1er Cru, Brut Rosé Réserve Impériale e a Nectar Impérial.

O Valor
Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca MOËT & CHANDON está avaliada em US$ 2.86 bilhões, ocupando a posição de número 89 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

Curiosidade
• Atualmente a empresa destina 80% de sua produção para a exportação, sendo a champagne mais vendida do mundo.
Posted on 02/21/2007 6:46 PM Comments (0)

Kraft Foods | História da Marca

Em 1903, o canadense James L. Kraft começou vender queijo no mercado por atacado na cidade de Chicago. Em 1914 a J.L. Kraft Bros & Co. inaugurou sua primeira fábrica de queijo na cidade de Stockton, estado de Illinois. Em um ano começaram a fabricar queijo em lata. Em 1919 a empresa se tornou a primeira produtora de queijo a colocar anúncios comerciais em revistas. No ano de 1924 a empresa abriu seu primeiro escritório de vendas europeu na cidade de Londres. Em 1928 a empresa introduziu no mercado o queijo VELVEETA. Ainda nesse mesmo ano adquiriu a Phenix Cheese Corporation, produtora do famoso Philadelphia Brand Cream Cheese (introduzido em 1880).

No ano de 1933, em uma feira na cidade de Chicago, a KRAFT lançou o molho para saladas MIRACLE WHIP. Em 1937 a marca Kraft Macaroni and Cheese Dinner foi introduzida no mercado com o slogan “Make a meal for 4 in minutes”. Em 1949 o arroz MINUTE Rice, introduzido em 1946, é distribuído nacionalmente. O Kraft Deluxe, queijo em fatia, foi introduzido no mercado americano em 1950. No ano de 1952 foi introduzido o queijo pasteurizado CHEEZ WHIZ. Em 1960 introduziu a KRAFT Peanut Butter no mercado canadense. No ano de 1983 introduz no mercado Light N’Lively Lowfat Yogurt, primeiro yogurt do mercado americano a ser vendido em embalagens de 6 unidades (six-pack). Em 1986 o Ketchup da KRAFT foi introduzido na Itália com o nome de Mato Mato. Dois anos mais tarde a empresa é comprada pela Philip Morris. Em 1989, a divisão de alimentos da Philip Morris, composta por KRAFT e General Foods, é unificada formando a KRAFT GENERAL FOODS.

A General Foods era proprietária das marcas TANG (lançado em 1957), Oscar Mayer (introduzido em 1883), Maxwell House Coffee (lançado em 1892), JELL-O Gelatin (introduzida em 1897), KOOL-AID (lançado em 1927), COOL WHIP (lançado em 1966). No ano de 1990 a KRAFT comprou a Jacobs Suchard, empresa européia de café e chocolate fundada em 1825, incluindo as marcas de café Jacobs (lançado em 1895) e os chocolates Suchard, Milka (introduzido em 1901), Toblerone (lançado em 1908) e Cote D’Or (lançado em 1883). Em 1992 adquiriu a Splendid, segunda maior produtora de café italiana, e a El Caserio, empresa líder no mercado de queijo na Espanha. No ano de 1995 a empresa passa a se chamar KRAFT FOODS. No ano seguinte adquiriu a empresa brasileira de chocolates LACTA. Em 2000 a empresa comprou a NABISCO, empresa líder mundial na produção de bolachas e snacks, proprietária de marcas como OREO (introduzida em 1912) e RITZ (lançada em 1934).

Curiosidades
• A KRAFT FOODS está presente em 150 países, empregando cerca de 113 mil pessoas, sendo a segunda maior empresa de alimentos do mundo.

• Seis marcas (produtos) da empresa tem vendas anuais acima dos US$ 1 bilhão, enquanto outros 61 produtos atingem vendas anuais acima dos US$ 100 milhões.
Posted on 02/21/2007 6:23 PM Comments (0)

Airbus | História da Marca

História
O consórcio aeronáutico europeu nasceu da parceria franco-alemã. Ridicularizada por suas pretensões iniciais, a companhia precisou de 33 anos para voar mais alto que a americana Boeing. Como pode voar um avião cujas peças são fabricadas em 16 lugares diferentes na Europa, transportadas para lá e para cá, até serem montadas? No fim dos anos 60, fazia-se piada do projeto europeu no outro lado do Atlântico Norte. Segundo os críticos, ele estaria condenado ao fracasso e consumiria bilhões de dólares dos contribuintes do Velho Continente. Jamais teria condições de fazer frente à Boeing.

A parceria teuto-francesa no setor aeronáutico começou ainda nos anos 50, com projetos de pequenos aviões. Na década seguinte, desenvolveu-se o avião de transporte Transall. Tudo começou oficialmente em 1967, quando um acordo entre Inglaterra, França e Alemanha, permitiu o começo do projeto de um avião widebody. A empresa nasceu oficialmente somente em 1970 com o nome de Airbus Industries, com a fusão da Aerospatiale (empresa francesa) e da Deutsche Aerospace (empresa alemã), logo seguida pela espanhola Construciones Aeronáuticas AS.

O nome Airbus provém das palavras inglesas air e bus, que significam ônibus aéreo. O Airbus A300 foi o primeiro avião widebody (de fileiras duplas) da história da aviação, bem como a primeira aeronave produzida pela empresa. O primeiro avião foi construído em 1972 e era capaz de transportar cerca de 280 passageiros. A primeira carteira de encomendas cabia em uma linha: seis aviões para a Air France.

Em março de 1977, a Eastern Airlines, uma dos maiores transportadoras domésticas dos Estados Unidos, comprou vinte e três aviões europeus. Este fato entrou para a história da Airbus como o momento de ruptura da supremacia da Boeing. Os americanos são vencidos em seu próprio mercado. No final de 1979, a Airbus vendeu 256 aparelhos a 32 clientes. Surge toda uma variedade de modelos, o A320 (introduzido em 1988), o A321 (introduzido no mercado em 1993) e o A319 (introduzido em 1996), com 1.300 exemplares vendidos. Os primeiros clientes do A320 foram Air France, British Caledonian, Adria Airways, Air Inter e Cyprus Airways. Essas aeronaves menores fazem muito sucesso e são as principais responsáveis pela fatia de mercado atual da empresa. Os modelos sucedem-se: o bi-reator A330, o quadri-reator A340 (que entrou em operação no ano de 1993 pelas asas da Lufthansa), aviões de longo curso que permitem transportar de duzentos e cinqüenta a quatrocentos e quarenta passageiros por doze ou quinze mil quilômetros.

O Airbus A380 é o maior avião comercial da história. O avião, chamado frequentemente de Superjumbo, fez seu primeiro voo experimental em 27 de Abril de 2005 em Toulouse. Os voos comerciais iniciaram em 2006. Devido ao seu peso, toda a traseira é construída num composto de fibra de carbono que é muito mais leve que o alumínio.

Curiosidade
• Hoje, a Airbus, maior fabricante de aviões comerciais, é uma companhia alemã, francesa, inglesa e espanhola sediada na cidade de Toulousse na França. O seu nome completo é Airbus Société par Actions Simplifiée.
Posted on 02/21/2007 6:18 PM Comments (0)

Bulova | História da Marca

História
A história da marca Bulova começou em 1875 quando um jovem imigrante checo de apenas 23 anos, Joseph Bulova, abriu uma pequena joalheria na cidade de New York. Em 1911, começou a produzir e vender relógios de mesa e de bolso. No ano seguinte, a empresa inaugura sua primeira fábrica para produzir componentes de relógios na cidade de Bienne, Suíça.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a conveniência dos relógios de pulso foi descoberta e com isso a empresa lançou sua primeira linha de relógio de pulso para homens em 1919. O nome Bulova Watch Company foi adotado em 1923, época em que a empresa revolucionou a indústria de relógios produzindo cada parte do relógio com extrema precisão, que poderia ser usada em qualquer relógio da marca. No ano seguinte é lançada a primeira linha de relógios femininos. Dois anos depois é introduzido o primeiro comercial de rádio com o slogan “At the tone, it’s 8 PM, B-U-L-O-V-A watch time”.

Os primeiros relógios elétricos foram produzidos em 1931, incluindo os relógios para serem usados em paredes, lojas, janelas, terminais e prédios de escritórios. Em 1941 a empresa lança seu primeiro comercial para televisão, uma foto simples de um relógio e um mapa dos Estados Unidos, com o locutor dizendo a seguinte frase: “America runs on Bulova time”. Em 1952 começou a desenvolver o modelo Accutron, primeiro relógio totalmente eletrônico, introduzido posteriormente em 1961. No ano seguinte, os relógios à prova de choque entram no mercado. O modelo Caravelle se tornou o relógio mais vendido dos Estados Unidos em 1968. No ano seguinte a empresa introduziu no mercado o modelo Accuquartz, primeiro relógio de quartzo do mundo. Foi desta forma que a marca Bulova se tornou conhecida e conceituada em todo o mundo.
Posted on 02/21/2007 6:15 PM Comments (0)

Havaianas | História da Marca

História
Tudo leva a crer que foi a Zori, sandália japonesa, a fonte de inspiração para a criação das sandálias havaianas em 14 de junho de 1962. Mas a versão nacional trazia um diferencial: eram feitas de borracha. Um produto natural, 100% nacional e que garantia calçados duráveis e confortáveis. Era tão simples a idéia da nova sandália que sua fama se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao aparecimento das imitações. A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”. Bonita e gostosa, a sandália havaianas se transformou num cult. Em uma marcha do Movimento dos Sem-Terra sobre Brasília, milhares de homens, mulheres e crianças cruzaram o país calçando sandálias havaianas. Na outra ponta, socialites, artistas, o Presidente da República, famosos pezinhos (e outros menos cotados) podem ser vistos dentro de coloridas havaianas. Sem dúvida é a sandália mais democrática que se tem notícia. Calça “do mais pobre ao mais rico” - como disse o escritor Jorge Amado, que não dispensa a calça jeans e um par de havaianas. Elas são a cara de pelo menos três gerações de brasileiros. Passaram pelo movimento hippie, pelos anos 70, 80 e 90. Em 1994 ganharam uma nova versão: as monocromáticas havaianas Top. Uma clara referência a seu posicionamento no mercado: um produto mais caro do que as tradicionais. Mídia e vips foram os primeiros a receber a novidade em mãos. Transformou-se em ícone, em objeto de desejo, em peça obrigatória. Segmentando seu mercado, a São Paulo Alpargatas criou uma versão para cada pé e cada gosto: as Tradicionais; a Top, as Havaianas Brasil, lançadas durante a Copa do Mundo de 98; a Surf; a Fashion; a Fashion Cristal; a Kids; a Clubes; a Floral; a Alamoana; a Milênio entre outros modelos que logo surgirão.

Na Fábrica de Havaianas em Campina Grande (PB), são fabricados cinco pares de sandálias havaianas por segundo, o que dá 105 milhões de pares em um ano. Desde o seu lançamento, 2,2 bilhões de pares foram fabricados e vendidos. E hoje se chega a uma constatação: a cada três brasileiros, dois em média consomem um par de havaianas por ano. A qualidade do produto, a estratégia de marketing e a campanha publicitária baseada em depoimentos - gente famosa usando havaianas - um antigo hábito da São Paulo Alpargatas, trouxeram vida para a tradicional sandália, ainda que ela dispensasse maiores apresentações. Quem primeiro apresentou o produto, por muitos anos, foi Chico Anysio com o slogan “Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras”. Na década de 90, voltou em um dos anúncios do lançamento das havaianas Top proclamando “Isso é amor antigo”. A simbiose entre o produto e o artista foi tão grande que houve um tempo em que se acreditava ser ele o dono da empresa. Saiu Chico Anysio e entrou Thereza Collor. “Todo mundo usa Havaianas” era o tema da campanha, que foi ao ar logo depois com o ator Luis Fernando Guimarães. Ele flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Na TV, a popularidade de Carolina Ferraz caiu ao tirar suas havaianas. Cristiana Oliveira ia tirando as peças de sua indumentária para descobrir o responsável pelos miligramas a mais que a balança, quebrada, não acusava. Em outro filme uma fã quase descobre Fábio Assunção disfarçado na praia através de suas sandálias. Pouco depois, um garoto beijava as sandálias de Rodrigo Santoro pensando serem de Luana Piovani, outro pedia as havaianas da Déborah Secco para fazer traves de gol. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira e Reinaldo Gianechini também apareceram nas telinhas em divertidas situações relacionadas ao produto. Uma coisa é certa: objeto de desejo, as havaianas têm glamour, personalidade e estilo. Básicas, irresistíveis, imprescindíveis, elas serão eternas enquanto durarem.

Curiosidades
• 2 em cada 3 brasileiros compram uma Havainas nova por ano.

• 70 países dos cinco continentes (da França ao Japão, de Honduras ao Congo) vendem as sandálias.

• 2,2 bilhões de Havaianas foram vendidas desde 1962.

• 1 segundo é o tempo que leva para fazer cinco chinelos na fábrica da Alpargatas.
Posted on 02/21/2007 5:44 PM Comments (0)

Tramontina | História da Marca

Fundada em Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, em 1911, por Valentin Tramontina, que foi seu comandante por 28 anos, a empresa começou como uma pequena ferraria. Valentin era um colono artesão, filho de imigrantes italianos, e veio a Carlos Barbosa porque a ferrovia significava perspectiva de expansão. Até 1930, a produção da ferraria era modesta. Valentin prestava serviços a empresas, entre elas, Arthur Renner, proprietário de uma refinaria de banha; fazia conserto em empresas e fabricava canivetes. Podia ser considerado um ferreiro urbano. Quando morreu seu fundador em 1939 a produção era artesanal e resumia-se a facas e canivetes feitos com cabo de chifre. A partir daí assume a ferraria dona Elisa Tramontina, esposa de Valentin, que desponta como uma empreendedora nata e arrojada. É ela que vai vender a produção nos mercados regionais e na capital.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), caso não existisse a determinação e a coragem de Elisa, a ferraria teria sucumbido. O ano de 1949 pode ser considerado um marco na história do hoje grupo Tramontina. Trata-se da data em que Ruy José Scomazzon, barbosense de 20 anos, cursando a faculdade de Ciências Econômicas da PUC – Porto Alegre, começa a prestar assessoria à Tramontina. Ruy, com espírito de liderança, implanta planos ambiciosos, enfatizando a organização em todos os setores. Inaugura-se uma nova etapa. O caráter artesanal dá lugar a uma produção manufatureira. Na década de 50, a empresa contava com 30 empregados e alguns representantes comis-sionados, espalhados pelo Estado. Os canivetes representavam 90% do faturamento. A empresa se expande rapidamente. é fundada a metalúrgica Forjasul, em Porto Alegre, posteriormente transferida para Canoas. As décadas de 60 e 70 são marcadas pela instalação de empresas do grupo em Garibaldi, Farroupilha e na Bahia. Houve um salto gigantesco. Dos 30 empregados existentes em 1950, a empresa passou a ter em seu quadro 557 funcionários no final dos anos 60.

Curiosidades
• A Tramontina é a única empresa brasileira a exportar com marca própria para mais de 100 países.

• Atualmente o grupo é formado por 10 unidades industriais que produzem mensalmente quatro milhões de facas, 14 milhões de talheres para uso diário, quatro milhões de talheres finos e econômicos, 800 mil chaves de fenda, 260 mil martelos, 200 mil enxadas, 20 mil pias e 35 mil cubas, 300 mil cadeiras e mesas plásticas, 20 mil cadeiras e mesas de madeira, 66 mil prateleiras, 15 mil cortadores e aparadores de grama e 200 mil panelas de aço inox.
Posted on 02/21/2007 5:24 PM Comments (0)

Lego | História da Marca

História
A LEGO foi fundada em 1932 pelo carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, na pequena vila de Billund, na Dinamarca, onde fabricava carrinhos de madeira artesanais para seu filho Godtfred Kirk. Seu filho começou a trabalhar no negócio com apenas 12 anos. Na parede da empresa foi pintada uma frase com os dizeres: “Only The Best is Good Enough”, usada atualmente para definir a empresa. Em 1934, a empresa, então com seis funcionários, adota nome LEGO, formado a partir das iniciais da frase dinamarquesa “LEg GOdt” que significa Play Well (Bem Jogado). Passou a fazer brinquedos desmontáveis até criar, em 1942, as primeiras pecinhas de plástico para encaixar.

Em 1947 começou a produzir brinquedos de plásticos através de uma máquina modeladora. Dois anos mais tarde a empresa produzia mais de 200 diferentes tipos de brinquedos, feitos de madeiras e plástico, incluindo os blocos de montar que conhecemos hoje em dia. Os blocos de montar ganham novo nome “LEGO Bricks” em 1953. Em 1958 o sistema de montagem e encaixe dos blocos é patenteado e o novo sistema de montagem criava inúmeras possibilidades de formas. A fábrica de brinquedos de madeira é destruída por um incêndio em 1960, e a empresa resolve dedicar-se somente a produção de brinquedos de plástico.

Em 1964 a empresa introduz as instruções de montagem em suas embalagens, auxiliando as inúmeras possibilidades de montagem de cada linha do produto por parte do consumidor. Em 1976 o bloco duplo de montar (Duplo Brick) é inventado e patenteado pela empresa, voltado para as crianças mais jovens. Nessa época existiam 218 diferentes kits de montar, com variações de cor, vendendo quase 19 milhões de kits por ano. No ano seguinte é inaugurado o LEGOLAND Billund, uma espécie de parque temático da marca, que em seu primeiro ano recebeu 625.000 visitantes.

Em 1973 a empresa adota um único logo, inclusive para todas as linhas de produto. Nesse mesmo ano é lançada a linha de navios e mobiliários para casa. O slogan “With LEGO you can do more” foi lançado em 1975. Nessa década foram introduzidas várias linhas de LEGO, possibilitando inúmeras combinações, inclusive para crianças mais velhas. A década de 80 começou com a inauguração do departamento de produtos educacionais, conhecido como Lego Dacta em 1989. Em 1982 ocorreu o lançamento do DUPLO Mosaic e Tecnic I, marcando o início dos produtos voltados para o mercado escolar. Na década de 90 a LEGO se consolidou como a décima maior produtora de brinquedos do mundo e primeira da Europa.

Em 1992, o maior castelo de LEGO foi montado ao vivo na televisão sueca, era composto por 400.000 peças. Em 1996 a empresa lança seu Site na Internet, entrando de vez na era da informática. Em 1999 inaugura o terceiro LEGOLAND na cidade de Carlsbad, Califórnia. A primeira loja própria da marca foi inaugurada em 2002 na cidade de Colônia na Alemanha, seguida das lojas nas cidades de Londres e Moscow. Em 2003 a empresa introduziu o novo slogan da marca “Play On”. A empresa é controlada pela família Christiansen até os dias de hoje.

Curiosidades
• A marca, quarta maior produtora de brinquedos do planeta, está presente fisicamente em 33 países, contando com 4 parques Legoland nas cidades de Billbund (Dinamarca), Windsor (Inglaterra), Carlsbad (Estados Unidos) e Gützburg (Alemanha), além de 5 fábricas (Dinamarca, Suíça, República Checa, Coréia do Sul e Estados Unidos).

• Ao longo dos seus mais de 60 anos de história, a empresa produziu mais de 320 bilhões de peças de LEGO, o equivalente a 52 peças por habitante do planeta.

• A cada 7 segundos um kit LEGO é vendido ao redor do mundo, isto equivale a 20 bilhões de peças produzidas anualmente, cerca de 2.3 milhões por hora.
Posted on 02/21/2007 5:16 PM Comments (0)

Estudo revela que sexualização na mídia afeta saúde mental de meninas

A exposição em revistas, televisão, videogames, videoclipes, filmes, letras de música e internet tem um efeito danoso para o desenvolvimento de garotas adolescentes, diz um relatório da Associação Americana de Psicologia, divulgado nesta segunda-feira.

A sexualização - que, segundo a associação, ocorre quando uma pessoa é vista como um objeto sexual e quando alguém é valorizado apenas por seu apelo ou comportamento sexual - pode levar à perda de auto-estima, depressão e anorexia.

Segundo o relatório, há exemplos da sexualização de jovens em todos esses veículos.

Os casos teriam aumentado com o surgimento de novas mídias, como a internet, e com a popularização do acesso à informação.

Entre os exemplos usados pelo relatório está um comercial de tênis que mostra a cantora Christina Aguilera vestida com uniforme escolar com a camisa desabotoada, lambendo um pirulito.

Segundo Eileen L. Zurbriggen (presidente da força tarefa da Associação Americana de Psicologia que preparou o relatório e professora de psicologia da Universidade da Califórnia): “As conseqüências da sexualização de meninas na mídia hoje são muito reais e provavelmente terão uma influência negativa no desenvolvimento saudável das jovens”. “Nós temos amplas evidências para concluir que essa sexualização tem efeitos negativos em uma série de áreas, incluindo o funcionamento cognitivo e físico, a saúde mental e o desenvolvimento sexual saudável”.

As meninas podem acabar se sentindo desconfortáveis em seu próprio corpo, tendo problemas de auto-estima, distúrbios alimentares, depressão e uma auto-imagem sexual pouco saudável.

“Como uma sociedade, nós precisamos substituir todas essas imagens ‘sexualizadas’ com outras que coloquem as meninas em cenários positivos, que mostrem como são competentes e especiais”, disse Zurbriggen.

Segundo os psicólogos, os pais podem acabar contribuindo para o problema ou podem assumir uma posição protetora e educativa.

A associação fez um apelo para que os pais, educadores e profissionais de saúde fiquem atentos para o potencial impacto da sexualização sobre adolescentes. O objetivo é levar para todos os adolescentes, meninos e meninas, mensagens que levem a um desenvolvimento sexual saudável.

O relatório recomenda ainda que as escolas tenham programas de educação sexual que mostrem aos alunos o impacto da exposição de jovens como objetos sexuais.

Para Andrew Hill, professor de psicologia médica da Universidade de Leeds, na Inglaterra: “Se você olhar as revistas para meninas, é tudo sobre sexo. Nós somos uma sociedade visualmente absorvida, nossa visão das pessoas é dominada pela aparência delas”. “Uma das chaves aqui é a responsabilidade social. Os anunciantes e outras mídias precisam estar cientes de que os produtos que produzem e as imagens associadas a eles têm um impacto, e esse impacto não é sempre bom.”

Fonte: BBC
Posted on 02/21/2007 5:03 PM Comments (0)

February 2, 2007

As 25 melhores cenas de pancadaria de todos os tempos

Posted on 02/02/2007 11:09 AM Comments (0)
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