November 27, 2005AS MULHERES
AS MULHERES
O cara faz um esforco desgracado para ficar rico pra que? O sujeito quer ficar famoso pra que? O individuo malha, faz exercicios pra que? A verdade e que e a mulher,o objetivo do homem. Tudo que eu quis dizer e que o homem vive em funcao de voce. vivem e pensam em voce o dia inteiro, a vida inteira. Se voce, mulher, nao existisse, o mundo nao teria ido pra frente. Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo so de homens seria o grande erro da criacao. Ja dizia a velha frase que "atras de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher". Eh voce, mulher, quem impulsiona o mundo. Eh voce quem tem o poder, e nao o homem. Eh voce quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das ferias. Bendita a hora em que voce saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens. E, se voce que esta lendo isto aqui for um homem,tente imaginar a sua vida,sem nenhuma mulher.ai na sua casa,onde voce trabalha, na rua....so homens...ja pensou? Enfim, um mundo sem metas. ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES: 1- o cheirinho delas eh sempre gostoso,mesmo que seja so shampoo. 2- o jeitinho que elas tem de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro. 3- a facilidade com a qual cabem em nossos bracos. 4- o jeito que tem de nos beijar e, derrepente, fazer o mundo ficar perfeito. 5- elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena. 6- como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo. 7- aquele jeitinho sutil de pedir um elogio. 8- como ficam lindas quando discutem. 9- o modo que tem de sempre encontrar a nossa mao. 10- o brilho nos olhos quando sorriem. 11- ouvi r a mensagem delas na secretaria eletrônica logo depois de uma briga horrivel. 12-o jeito que tem de dizer "nao vamos brigar mais, nao.." 13- a ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza. 14- o modo de nos beijarem quando dizemos "eu te amo". 15- pensando bem, so o modo de nos beijarem ja basta. 16- o modo que tem de se atirar em nossos bracos quando choram. 17- o jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem. 18- o fato de nos darem um tapa achando que vai doer. 19- o modo com que pedem perdao quando o tapa doi mesmo ( embora Jamais admitamos que doeu). 20- o jeitinho de dizerem "estou com saudades". 21- as saudades que sentimos delas. 22- a maneira que suas lagrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor. Arnaldo Jabour **Este ultimo item realmente eh verdade, tem uma garota q eu curto muito, curto nao, adoro, sou apaixonado por ela, e pelo pekeno espaco de tempo q nos conhecemos eu posso dizer q ela fez comigo uma coisa q nenhuma outra jamais fez, e isso faz dela uma pessoa muito especial, quando brigamos eu fico no buraco, meu dia acaba, eu gostaria de mudar o mundo inteiro mesmo pra ver essa garota feliz, eu mudaria eu mesmo, mas o q realmente gostaria de mudar eh o q ela sente em relacao ao q eu digo pra ela... bom, nao vou citar nomes, mas c ela ler isto com certeza sabera q eh dela q estou falando... ahhh e acho q esse texto nao eh do Arnaldo Jabour.. mas recebi por email assim.. entao...
Posted on 11/27/2005 4:10 PM Comments (0)
November 25, 2005I wish I was. Mas não sou.
I wish I was. Mas não sou.
I wish it was. Mas não é. Não era. Nunca foi. Achava que tudo isso era você, mas não passava de mim mesma tentando achar um abrigo para minhas dores, e agora sinto a dor mais lancinante que já me cortou: a de não ser o que eu achava. A dor de não ser so fuckin special. I’m a creep. I’m a weirdo. Que venham minhas alucinações, coloridas como carnavalescos querendo se divertir, e que falem comigo, como nunca as permiti que fizessem. Que venham lentamente caminhando pelo escuro da sala e que me joguem confetes e serpentinas. Não posso me mover, por mais que me esforce, e o óleo quente que me percorre as entranhas destrói cada instante que passou. A carne nos vence o tempo todo, supera toda a tentativa de domar o mundo. Minhas lágrimas corroem meu rosto feito ácido, mas de nada me importa um rosto quando acaba de ser corroÃda minha alma, minha ex-alma, minha ex-essência. Aquilo que me moveu por todos os séculos dos séculos e que me mantinha viva, acabou. Meu amor por ti é enorme, mas meu amor pela arte sublima todo o desejo mundano que eu possa vir a ter. Meu amor pela arte supera meu amor por ti, luv. Mesmo que meu amor por ti seja maior que tudo. Desgraço minha vida amando algo que nada me traz, mas é assim o amor: nada dá, tudo leva, e sempre nos desnuda em público quando menos esperamos. Esfrego minhas faces no cimento tentando morrer mais rápido, sentir mais dor por fora e menos por dentro. It’s over. It’s over, não tem volta, palavras valem mais do que mil atos. Velemos por esses dias que pareciam o inÃcio de uma era. Era. Foi. Não vou mais negar minha loucura ou meu desejo por outros corpos, por mais vazios que sejam. Corpos são corpos, que são carne, e carne é matéria e a matéria é vazia. São tão vazios quanto o teu e certamente serão mais meus; pelo menos ainda me deixarão algo ao partir, diferente de ti, que sugou a minha essência exatamente como eu previ. Mas não há de ser nada, fui eu que pedi: leva tudo de mim, não deixa nada. Eu mesma me ensopei com meu próprio sangue, eu rasguei meu peito com minhas próprias mãos, que agora terão de costurar tudo de volta no lugar. Tudo? Tudo o quê? Não sobrou nada. Me regenerarei, como da outra vez, lentamente, mas dessa vez será diferente. A escolha de ir é minha. Dói, mas o que seria de mim sem dor? mais um texto da clara averbuck....
Posted on 11/25/2005 7:03 PM Comments (0)
November 22, 2005Poema negro - Augusto dos Anjos
Para iludir minha desgraca, estudo.
Intimamente sei que nao me iludo. Para onde vou (o mundo inteiro o nota) Nos meus olhares funebres, carrego A indiferenca estupida de um cego E o ar indolente de um chines idiota! A passagem dos seculos me assombra. Para onde ira correndo minha sombra Nesse cavalo de eletricidade?! Caminho, e a mim pergunto, na vertigem: — Quem sou? Para onde vou? Qual minha origem? E parece-me um sonho a realidade. Em vao com o grito do meu peito impreco! Dos brados meus ouvindo apenas o eco, Eu torco os bracos numa angustia douda E muita vez, a meia-noite, rio Sinistramente, vendo o verme frio Que ha de comer a minha carne toda! Eh a Morte — esta carnivora assanhada — Serpente ma de lingua envenenada Que tudo que acha no caminho, come... — Faminta e atra mulher que, a 1 de janeiro, Sai para assassinar o mundo inteiro, E o mundo inteiro nao lhe mata a fome! Nesta sombria analise das cousas, Corro. Arranco os cadaveres das lousas E as suas partes podres examino. . . Mas de repente, ouvindo um grande estrondo, Na podridao daquele embrulho hediondo Reconheco assombrado o meu Destino! Surpreendo-me, sozinho, numa cova. Entao meu desvario se renova... Como que, abrindo todos os jazigos, A Morte, em trajos pretos e amarelos, Levanta contra mim grandes cutelos E as baionetas dos dragoes antigos! E quando vi que aquilo vinha vindo Eu fui caindo como um sol caindo De declinio em declinio; e de declinio Em declinio, com a gula de uma fera, Quis ver o que era, e quando vi o que era, Vi que era po, vi que era esterquilinio! Chegou a tua vez, oh! Natureza! Eu desafio agora essa grandeza, Perante a qual meus olhos se extasiam... Eu desafio, desta cova escura, No histerismo danado da tortura Todos os monstros que os teus peitos criam. Tu nao es minha mae, velha nefasta! Com o teu chicote frio de madrasta Tu me acoitaste vinte e duas vezes... Por tua causa apodreci nas cruzes, Em que pregas os filhos que produzes Durante os desgracados nove meses! Semeadora terrivel de defuntos, Contra a agressao dos teus contrastes juntos A besta, que em mim dorme, acorda em berros Acorda, e apos gritar a ultima injuria, Chocalha os dentes com medonha furia Como se fosse o atrito de dois ferros! Pois bem! Chegou minha hora de vinganca. Tu mataste o meu tempo de crianca E de segunda-feira ate domingo, Amarrado no horror de tua rede, Deste-me fogo quando eu tinha sede... Deixa-te estar, canalha, que eu me vingo! Subito outra visao negra me espanta! Estou em Roma. É Sexta-feira Santa. A treva invade o obscuro orbe terrestre. No Vaticano, em grupos prosternados, Com as longas fardas rubras, os soldados Guardam o corpo do Divino Mestre. Como as estalactites da caverna, Cai no silencio da Cidade Eterna A agua da chuva em largos fios grossos... De Jesus Cristo resta unicamente Um esqueleto; e a gente, vendo-o, a gente Sente vontade de abracar-lhe os ossos! Nao ha ninguem na estrada da Ripetta. Dentro da Igreja de Sao Pedro, quieta, As luzes funerais arquejam fracas... O vento entoa canticos de morte. Roma estremece! Alem, num rumor forte, Recomeca o barulho das matracas. A desagregacao da minha ideia Aumenta. Como as chagas da morfea O medo, o desalento e o desconforto Paralisam-se os circulos motores. Na Eternidade, os ventos gemedores Estao dizendo que Jesus e morto! Nao! Jesus nao morreu! Vive na serra Da Borborema, no ar de minha terra, Na molecula e no atomo... Resume A espiritualidade da materia E ele e que embala o corpo da miseria E faz da cloaca uma urna de perfume. Na agonia de tantos pesadelos Uma dor bruta puxa-me os cabelos, Desperto. Eh tao vazia a minha vida! No pensamento desconexo e falho Trago as cartas confusas de um baralho E um pedaco de cera derretida! Dorme a casa. O ceu dorme. A arvore dorme. Eu, somente eu, com a minha dor enorme Os olhos ensangüento na vigilia! E observo, enquanto o horror me corta a fala, O aspecto sepulcral da austera sala E a impassibilidade da mobilia. Meu coracao, como um cristal, se quebre O termometro negue minha febre, Torne-se gelo o sangue que me abrasa, E eu me converta na cegonha triste Que das ruinas duma casa assiste Ao desmoronamento de outra casa! Ao terminar este sentido poema Onde vazei a minha dor suprema Tenho os olhos em lagrimas imersos... Rola-me na cabeca o cerebro oco. Por ventura, meu Deus, estarei louco?! Daqui por diante nao farei mais versos.
Posted on 11/22/2005 6:10 PM Comments (2)
November 18, 2005My Way é música pop preferida em funerais ingleses
My Way é música pop preferida em funerais ingleses
 A música My Way, interpretada por Frank Sinatra, é a preferida pelos britânicos que recorrem ao pop, em lugar dos hinos religiosos tradicionais, para o funeral de seus parentes. Uma pesquisa sobre a música fúnebre mais escolhida pelos cidadãos do Reino Unido, realizada por uma rede de empresas especializada em funerais, aponta a crescente popularidade da música pop e das trilhas sonoras de filmes. Nessa "hit parade" também aparecem atrás da canção interpretada por Sinatra, Wind Beneath My Wings, de Bette Midler, Angels, de Robbie Williams, My Heart Will Go On, de Celine Dion, e Simply The Best, de Tina Turner. Já algumas das escolhas são, no mÃnimo, curiosas, como por exemplo, Feeling Hot, Hot, Hot, de Buster Poindexter. "Será por acaso a mais indicada para as cremações?", pergunta com humor negro o jornal The Times.  EFE Ainda nao pensei na musica ideal pro meu velorio.. keria Oh Me do Nirvana.. ou Something In The Way.... mas sei la... My Way com o Sid Vicious ia ser irado hahaah
Posted on 11/18/2005 5:41 AM Comments (0)
November 8, 2005ANARQUISMO!!!PROTESTO!!!FODA-SE!!A GASOLINA!!!
ANARQUISMO!!!PROTESTO!!!FODA-SE!!A!!GASOLINA!!!
Debate aberto - França: jovens e automoveis do tempo presente A midia trata a rebeliao juvenil nos suburbios de Paris como obra de vandalos e incendiarios. Como nao atentar para o fato de que esses rebeldes, ao contrario dos de 1968, vem das periferias urbanas e escolheram o automovel, principal bem simbolico de nosso tempo, como alvo? LUIS CARLOS LOPES da Agencia Carta Maior 07/11/2005 - A rebeliao juvenil, comecada ha mais de dez dias nos suburbios de Paris, esta se espalhando, com caracteristicas muitos semelhantes, por varias partes do territorio frances. As noticias veiculadas falam de um modus operandi que inclui a destruicao obsessiva de automoveis, o incendio de predios publicos e privados e o enfrentamento com as forcas policiais. O coquetel Molotov - garrafa com gasolina e uma mecha - parece que eh a principal arma dos insurretos. Ha noticias do uso de pedras, de paus e dos punhos. Domingo ultimo, foi noticiado um caso isolado de uso de armas de fogo, produzindo alguns feridos. As policias, encarregadas da repressao, usam o arsenal contemporaneo de armas nao-letais, permitido pelas democracias do pos-guerra. Ate o presente momento, nao ha informacoes sobre o uso de maior forca belica. Existem dezenas de presos e alguns feridos. Os bombeiros sao peca chave do aparato de poder, devido a sucessao interminavel de incendios. O espetaculo midiatico conservador trata os jovens como vandalos e incendiarios. Relata que a rebeliao vem ocorrendo nas noites frias do quase inverno frances, iluminado por inumeras fogueiras e, tambem, movimentadas por correrias e gritarias dos excluidos da riqueza local. Os rebeldes, muito diferentes dos de 1968, vem das periferias urbanas, sobretudo de Paris, onde se concentram os graves problemas dos emigrantes e dos nativos mais pobres. De modo geral, as midias mais integradas ao poder de nossa epoca nao tem interesse em analisar as condicoes de vida e emprego destes insurgentes. Obviamente, ha todo um interesse em chamar a atencao para a presenca de muculmanos e de negros. Ao que parece, o movimento eh fundamentalmente espontaneo. Seu desdobramento foi, possivelmente, mimetizado a partir da leitura publica das midias de sua existencia. A aparicao nos veiculos dos discursos racistas e conservadores de membros do governo Chirac retro-alimentou o movimento, tal como se usasse gasolina para apagar um incendio. O governo eh co-responsavel por tudo o que esta ocorrendo. Vive-se uma crise politica local, com desdobramentos ainda desconhecidos. As razoes desta insurreicao referem-se a face que normalmente se esconde das nacoes contemporaneas, ou se destacam como problemas exclusivos do denominado Terceiro Mundo. Na Europa ocidental rica e orgulhosa do sucesso do euro, milhoes de pessoas tem imensas dificuldades de sobrevivencia. Diz-se aos jovens, por meio da publicidade massiva, que eles devem consumir os simbolos da atual modernidade. Mas, as possibilidades de um simples emprego sao de fato distantes, quando nao inalcancaveis. A destruicao de centenas de automoveis nao deve parecer estranha, apesar de historicamente nova. Afinal, o automovel eh o principal bem real e simbolico de nosso tempo. O que seria do mundo atual, onde as nacoes sao conduzidas a desenvolver modelos de consumo similares, se a producao e venda de carros sucumbisse? A publicidade diz para todos que ser feliz eh dirigir uma maquina em uma auto-estrada. O sentido da vida tem quatro rodas. O amor eh possivel para quem dirige. O sucesso eh simbolizado pelo preco, modelo e aparencia do veiculo que se possui. O anarquismo incendiario destes jovens, nao-politizados pela escala convencional, talvez tenha muito mais significados do que se imagine. Seriam eles os novos barbaros que abalariam os fundamentos do neoliberalismo? Eh cedo para afirmar. O que se sabe eh que esta ocorrendo na França, e que pode ocorrer em muitos outros lugares do mundo. Basta haver miseria, poder de Estado insensivel, gasolina e juventude. Luis Carlos Lopes eh professor do Instituto de Artes e Comunicacao Social da Universidade Federal Fluminense.
Posted on 11/08/2005 1:04 PM Comments (0)
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