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February 21, 2007

Sadia | História da Marca

O frango veloz, a salsicha em forma de “s” na frigideira, o comercial do peru com termômetro que apita e o menino de olhos vendados experimentando diversos presuntos com o dedo até adivinhar o seu preferido são algumas das campanhas memoráveis que fizeram a Sadia ficar conhecida e famosa.

Fundada por Attilio Fontana em 7 de junho de 1944, a partir da aquisição de um frigorífico em dificuldades, a S. A. Indústria e Comércio Concórdia é batizada por seu fundador, pouco tempo depois, como Sadia. O nome foi composto a partir das iniciais SA de “Sociedade Anônima” e das três últimas letras da palavra “Concórdia”, DIA, e virou marca registrada em 1947. Foi um início modesto. Tudo o que se tinha para começar era um moinho de baixa capacidade e um frigorífico inacabado. Os produtos iniciais nos dois primeiros anos eram a farinha e o farelo de trigo. O retorno dos investimentos aplicados no moinho permitiu completar a construção do frigorífico, que, já em 1946, abatia mais de 100 suínos por dia. Com a matéria-prima resultante, outros itens como banha, toucinho, carnes salgadas, pernil, presunto, salame, lombo e lingüiça entraram para a lista dos produtos da empresa.

Em 1952, arrendou-se um avião da então Panair do Brasil para levar produtos frescais da fábrica para a capital paulista e Rio de Janeiro, impulsionando as vendas da empresa. Não tardou para que fosse criada, em 1955, a Sadia Transportes Aéreos, que logo passou a transportar também passageiros, tornando-se uma empresa aérea independente da Sadia em 1972, adotando o nome de Transbrasil.

Em 1969 foi lançado o famoso hambúrguer Sadia. Até o final da década, uma diversificada linha de produtos - salsichas, hambúrgueres, almôndegas, quibes - pôde ser produzida em São Paulo, propiciando o ingresso no segmento de alimentos semiprontos congelados. Os anos 60 foram marcados, ainda, pelas primeiras produções e abates experimentais de perus em Concórdia, além dos primeiros contratos de exportação, em 1967, envolvendo carnes bovina e suína in natura congeladas. Em 1974, é lançado o Peru Temperado Sadia, um dos produtos de maior sucesso na história da empresa. Em 1975, a Sadia iniciou as exportações de frango congelado para o Oriente Médio e assumiu a liderança entre os exportadores nacionais.

Em 1982, dois marcos institucionais históricos: a criação do SIC - Serviço de Informação ao Consumidor Sadia, pioneiro na indústria alimentícia como primeiro canal direto de diálogo com consumidores, e a distinção da marca Sadia, pelo INPI, Instituto Nacional de Propriedade Industrial , como Marca Notória. Finaliza a década de 80 exportando para 40 países e posiciona-se entre os maiores exportadores brasileiros. Presunto tipo Parma, diversificação nas linhas de hambúrgueres e de almôndegas, nuggets, steak de frango empanado, linhas de empanados de frango semiprontos congelados e frios fatiados em embalagens individuais a vácuo foram alguns dos lançamentos que marcaram as inovações em produtos nos anos 80. A década de 90 foi o período em que ocorreu uma expressiva quantidade de novos lançamentos, a maioria deles nas categorias dos semiprontos e prontos congelados e de conveniência, além de uma diversidade jamais antes realizada, com produtos à base de peixe, de vegetais, massa e doces. Como parte de sua internacionalização, entre 1991 e 1992, a empresa implantou filiais comerciais em Tóquio, Milão e Buenos Aires. Em 1999, duas novas aquisições: a compra da empresa Miss Daisy, que permitiu à Sadia ingressar no ramo de sobremesas prontas congeladas, e da Granja Rezende, em Uberlândia, MG, centro de excelência em genética e produção avícola e suinícola, permitindo à empresa posicionar um pólo industrial em região geográfica estratégica do País.

Curiosidades
> Com mais de 30 mil funcionários, a Sadia mantém 12 unidades industriais e centros de distribuição espalhados por todo o Brasil.
> Exporta para mais de 60 nações e no exterior tem filiais e escritórios comerciais por vários países, abrangendo América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio.
Posted on 02/21/2007 7:50 PM Comments (1)

Brastemp | História da Marca

A marca BRASTEMP, que virou sinônimo de eletrodoméstico no Brasil, foi introduzida no mercado pela empresa Brasmotor. A empresa que fabricava peças para a indústria automotiva enfrentava havia algum tempo grave crise quando resolveu diversificar sua atividade industrial. Vem daí a opção pela produção de eletrodomésticos da linha branca. A primeira responsabilidade de Hugo Miguel Etchenique, um boliviano formado em engenharia industrial, foi com os setores de pintura e esmaltação das geladeiras que eram aqui montadas. Poucos anos depois, a empresa já estava produzindo refrigeradores e, em 1954, nasceu à marca BRASTEMP. O nome era uma associação do nome de Brasmotor com Brasil e uma referência à temperatura.

A marca sempre foi pioneira em inovações: foi a primeira a lançar o refrigerador com isolamento em poliuretano, o refrigerador com sistema frost free, o fogão auto-limpante, o freezer vertical e a lava-louça.

Em 1990, a campanha criada pela agência Talent marcou época. Divulgados em revistas e na televisão pela dupla Arthur Kohl e Wandi Doratiotto, os slogans “Brastemp não tem comparação” e “Não é assim nenhuma Brastemp” viraram expressões de uso nacional, transformando a marca em sinônimo de qualidade.
Posted on 02/21/2007 7:47 PM Comments (2)

Sundown | História da Marca

A história do protetor solar mais conhecido e vendido do Brasil começou em 1984 quando a empresa Johnson & Johnson introduziu no mercado o Sundown, a 1ª marca de Protetor Solar no Brasil, lançando os primeiros fatores FPS (Fatores de Proteção Solar) 4, 8 e 15. A marca foi a responsável pela introdução no mercado brasileiro o conceito de Fator de Proteção Solar (FPS), ensinando e conscientizando as pessoas sobre a necessidade de proteção solar, de uma forma fácil e didática. Desde seu lançamento, nunca parou de inovar.

Em 1989 lançou Fatores de Proteção mais elevados: FPS 20, 25 e 30. As pessoas passaram a desenvolver maior consciência sobre a necessidade de proteção solar, buscando FPS mais altos para proteger a pele. Dois anos depois, aprimorando cada vez mais a sua fórmula, oferecia maior espectro de Proteção Solar: AMPLA PROTEÇÃO UVA + UVB.

Em 1992 a marca passou a desenvolver produtos voltados para necessidades específicas: lançou neste ano Sundown Sport FPS 8, para quem pratica esportes ao ar livre e necessita de proteção adequada. Como maior diferencial, a versão Sport oferece resistência ao suor e à água por 4 horas, dentro ou fora d’água. Outras inovações foram introduzida no mercado nos anos seguintes como em 1994 com o Sundown Gel Pós-Sol, com Aloe Vera, que oferecia refrescância e hidratação na pele após a exposição ao sol e o Sundown Stick, para proteger especialmente os lábios e outras áreas sensíveis como nariz e testa.

Em 1995 oferece mais três produtos ao mercado:
Sundown Baby FPS 15: para as mães que querem proteger a pele delicada dos bebês de 0 a 2 anos da exposição ao sol;
Sundown Kids FPS 15: para a criança que não é mais bebê, mas também precisa de atenção e proteção especial;
Sundown Repelente FPS 15: pensando em quem adora ir para o meio do mato curtir a natureza, pescando ou fazendo caminhadas em trilhas de aventura, garantindo a proteção e ainda repelindo insetos, através de uma agradável fragrância, durante 2 horas.

O Sundown Spray FPS 8, uma versão mais prática e moderna, fácil de aplicar na pele, em 1996. O Sundown FPS 50, garantindo maior proteção para pessoas de pele clara e sensível e que precisam de mais cuidados com a exposição solar, em 1998; Sundown Cabelos, protegendo especialmente os cabelos e ajudando a manter a cor e a força dos fios através dos filtros UVA e UVB, em 1999.

Em 2001, mais uma vez a marca surpreende a todos lançando uma linha de bronzeadores. Sundown Gold chegou ao mercado e em apenas um ano já se torna uma das principais marcas de bronzeadores do mercado. E a marca Sundown não para de inovar, lançando produtos pioneiros no mercado e fazendo de tudo para nos proteger do sol.
Posted on 02/21/2007 7:28 PM Comments (0)

Chilli Beans | História da Marca

História
A Chilli Beans revolucionou o mercado ao inovar na forma de vender óculos escuros, tornando-se um ícone em seu segmento. Iniciou suas atividades em 1996, sob o comando do empresário Caito Maia que abriu um pequeno estande (na verdade uma tábua apoiada sobre dois cavaletes) no Mercado Mundo Mix, uma feira de moda voltada para o público jovem, em São Paulo, comercializando óculos de sol com design focado nas tendências fashion. Chamou a atenção pela oferta de produtos modernos e de qualidade, com preços bem acessíveis.

Em 1997, inaugurou sua primeira loja na Galeria Ouro Fino, transformando o lugar em uma das principais referências de consumo e comportamento jovem do país. A partir daí, iniciou-se um vertiginoso processo de expansão, e em menos de um ano, mais de 20 novos pontos-de-venda foram abertos. O primeiro quisosque foi inaugurado no Shopping Villa Lobos em 2000. As vendas explodiram. No ano seguinte surgiram mais três pontos: nos Shoppings Eldorado, Iguatemi e Morumbi.

O modelo de loja criado pela Chilli Beans é um verdadeiro sucesso. Em vez de óculos expostos em vitrines, balcões self-service. No lugar de produtos de marcas diversas, apenas uma marca própria. Em vez de duas ou três coleções por ano, pequenas tiragens e óculos novos na prateleira a cada dez dias. E no lugar de espelhos, um sistema de câmeras e monitores filma o rosto do cliente e o exibe em quatro ângulos diferentes para que ele aprecie melhor o modelo de óculos que está provando. O mix de produtos da Chilli Beans atende do público infantil ao adulto, com grande receptividade entre os jovens. São cerca de 80 modelos de óculos expostos em cada ponto-de-venda, sendo dez lançamentos por semana. As linhas são divididas em Kids, Clássico, Metal e Esporte, todas com proteção UV 400 em lentes feitas de acrílico, policarbonato e polarizadas.

Para complementar a linha de óculos escuros, a Chilli Beans oferece spray limpa-lentes, estojo rígido, flanela, sicurezza (cordão) e presilha porta-óculos para carro. Outro importante passo para a empresa foi o lançamento da nova linha de relógios que após dois anos de pesquisa, entrou no mercado com cerca de 140 tipos diferentes. Os modelos são exclusivos e combinam design moderno com tecnologia. No início de 2006, a marca Chilli Beans já era comercializada em mais de 160 pontos exclusivos (lojas e quiosques), distribuídos entre os maiores shoppings e estratégicos centros comerciais do Brasil. No cenário internacional, a Chilli Beans está presente em Lisboa (Portugal), com uma loja inaugurada em 2005 e recentemente inaugurou o primeiro ponto de venda nos Estados Unidos.
Posted on 02/21/2007 7:15 PM Comments (0)

Carbonell | História da Marca

Carbonell na Espanha
Em 1866, Antonio Carbonell, arrecadador de impostos em Córdoba, percebendo a abundância de azeite e a grande demanda na região, começou a se interessar pelo seu comércio. Rudimentarmente começou a enlatar e a comercializar o azeite.

Desde 1868 seu azeite era vendido fora da Espanha, consolidando a fama de grande distribuição que permite à Carbonell hoje estar presente em 95% dos pontos de venda do país. Em 1878, Antonio Carbonell falece repentinamente. A Carbonell continuou sob o comando de sua esposa, Dona Cândida, grande empresária e que conseguiu dar continuidade aos planos do marido em termos de crescimento e estabilização da empresa.

Em 1879, as exportações se consolidam, destinadas à Liverpool e Marselha. O principal fato que levou a Carbonell a exportar o azeite foi o extraordinário contrato que fechou com o Ministério da Marinha Inglesa. Através da Marinha Real Inglesa o azeite Carbonell começou a ser conhecido no mundo inteiro, sendo vendido em quase todos os países dos 5 continentes.

Entre os anos de 1897 a 1914, as atividades comerciais e industriais se multiplicaram na Carbonell. Este período corresponde à abertura de diversas sucursais com a compra em 1898 da fábrica de azeites Buena Vista em Córdoba, em 1900 uma fábrica em Aguilar de La Frontera e em 1913 em Granada. Em 1912, adquiriram um armazém em Sevilha.

Aos 26 anos, o filho de Antonio Carbonell, Carlos Carbonell y Morand assume o comando da empresa, continuando a obra iniciada por seu pai. Em 1917, falece entrando a família a frente dos negócios. Com isso, o capital da empresa, propriedade neste momento dos 33 membros da família, dobra em 1920.

Uma mudança importante aconteceu em 1935. O Banco Hispano Americano, a quem a Carbonell havia pedido um empresário, visou assumir o controle da empresa, porém, no ano seguinte a empresa tornou-se uma Sociedade Anônima, fato que aumentou a participação dos acionistas, dissipando o poder entre eles e frustando as intenções do banco.

Por volta de 1900, aconteceu a única mudança de embalagem de lata do azeite. Antes havia duas latas diferentes. Com a mudança, as duas latas foram incorporadas à uma nova embalagem estando ao lado da “moça” que é marca registrada da Carbonell. Além disso foi acrescentada uma moldura vermelha ao redor do desenho.

Na década de 60, a Carbonell diminui a venda de azeite à granel e passou a aperfeiçoar as embalagens de vidro e plástico.
A inovação tecnológica e o controle de qualidade caracterizam a Carbonell desde a sua fundação.

Um fato atípico que marcou a sua história ocorreu em 1981 quando foi comprovado um envenenamento maciço por um azeite concorrente na Espanha. Este fato fez aumentar a credibilidade da Carbonell no mercado, havendo um conseqüente aumento de vendas, recorde no mês de setembro para a empresa.

Em 1985, o Grupo Elosua assume o controle da empresa juntamente com o governo espanhol através de uma empresa do Ministério da Agricultura. Este grupo tem cobertura internacional e possui fábricas na Califórnia e Argentina e representações comerciais em Nova Iorque, Frankfurt, Amsterdam, Londres e São Paulo. Possui 2.000 empregados e 3.000 acionistas. O grupo Elosua é líder de vendas de azeite de oliva no mundo, de legumes enlatados na Europa e em vinagres, salsas, mostardas e azeitonas pretas na Espanha. Além desses produtos, a Carbonell possui também na sua linha, salada de futas e catchup.

Carbonell no Brasil
Desde 1940, Mario Gomes Carrera representava produtos espanhóis no Brasil, dentre eles o azeite Carbonell. A Carbonell Espanha percebendo que seus negócios estavam crescendo no país, decide instalar uma filial no país. Isto ocorreu principalmente devido ao elevado consumo de azeite por parte dos imigrantes europeus.

Assim, em 1974, Mario Gomes Carrera passou de representante para presidente da filial. O primeiro escritório era uma sala na Avenida Paulista, sob a sua responsabilidade. No ano seguinte, com 3 funcionários, foi transferido para o Brás. Em 1976, Mario Gomes Carrera decide desligar-se da empresa e a Carbonell muda-se para o Cambuci já com mercadoria própria, permanecendo até 1981. Essa mudança ocorreu devido à necessidade de um local maior para o armazenamento dos produtos. Com esta estrutura a Carbonell chega a ter 90 funcionários.

Temendo não conseguir sobreviver apenas com o azeite, a Carbonell tenta durante esse período no Cambuci, trazer outros produtos para o Brasil como vinhos alemães e franceses e uísques escoceses, o que durou pouco tempo. A Carbonell percebeu que o azeite era o produto que mais se destacava e que o objetivo da empresa era fixar a marca Carbonell no país com produtos de alta qualidade e confiabilidade.

O principal fato que fez a Carbonell desistir da antiga estrutura foi a insatisfação da maioria dos vendedores que não conseguiam, com suas vendas, um bom nível de remuneração. Eles tinham que cobrir cerca de 4.000 clientes que compravam em média 2 caixas por mês, enquanto poucos vendedores concentravam o maior número de vendas, por atenderem grandes clientes como o Pão de Açúcar, Makro, Carrefour, Eldorado e Paes Mendonça.

Outro aspecto é que a Carbonell passava a ser vista pelos atacadistas e importadores como mais um concorrente, pois também vendia para o varejo disputando o mesmo segmento de mercado.

Por isso, esta estrutura de estocagem e comercialização acaba em 1981 e a Carbonell passa de importadora para uma empresa prestadora de serviços, permanecendo assim até hoje.

Neste período a empresa permanece no bairro da Aclimação até 1991 quando é transferida para o atual endereço na Vila Mariana.

Sua função passa a ser então a de uma intermediária entre o cliente (importador, supermercadista) e a matriz na Espanha. A Carbonell é responsável por todo o controle de qualidade e assistência necessária, promovendo cursos rápidos a vendedores, bem como promoção e propaganda dos produtos.

O azeite Carbonell foi o primeiro produto a ser trazido para o país, sendo o principal produto comercializado até hoje. Suas vendas representam 97% do faturamento da empresa. O azeite Fígaro começou a ser importado em meados de 1976 e o vinagre Carbonell foi introduzido no mercado nacional há apenas cinco anos.

A Carbonell do Brasil também é responsável pela coordenação das vendas para a América do Sul (exceto Venezuela e Guianas), objetivando manter e conquistar novas vendas nestes países. Além disso, dá suporte de marketing, mantendo contato e fazendo visitas periódicas a estes países.
Posted on 02/21/2007 6:52 PM Comments (0)

Playstation | História da marca

História
A história do console da Sony é a própria história (muito conturbada) da afirmação do CD-ROM no entretenimento doméstico. No começo a desconfiança era grande, pouca gente tinha e os preços eram altos. Tudo começou há muito tempo atrás, nos anos de ouro do Super Nintendo. Em 1988, a Sony firmou um contrato com a Nintendo para criar um leitor de CDs para o novo videogame de 16 bits. Chamado na época de Super Disc o console rodaria cartuchos de SNES e CDs de “multimídia” da Sony, além dos jogos criados pela Nintendo em CD. Mas o futuro reservava surpresa para as duas empresas. A Sony conseguiu o direito de ser a única distribuidora mundial oficial da plataforma, criada por Ken Kutaragi (que havia desenvolvido o chip de aúdio do SNES na Sony), além de ter todos os direitos sobre os kits de desenvolvimento. A Nintendo, famosa por querer controlar toda a produção, não gostou das notícias. Um dia depois do anúncio da Sony sobre o PlayStation (o novo nome do Super Disc), a Nintendo foi ao público para seu próprio anúncio. Só que ao invés de efetuar o pacto com a Sony, disse que estava criando um leitor de CD para o SNES com a Phillips. Chegara a vez de a Sony se enfurecer. Então, após uma história tumultuada com a Nintendo, a Sony esperou até 1993 para anunciar o seu PlayStation-X (o que explica a sigla PSX, que muitas revistas brasileiras decidiram “corrigir” para a Sony como PST), uma versão atualizada do videogame de CD, agora com capacidades gráficas 3D e nenhuma ligação com a Nintendo. O design do videogame, chefiado por Kutaragi, era simples, porém extremamente poderoso e elegante. Mas como a Atari e a 3DO provaram, hardware não salva uma plataforma, e a Sony precisava de software de qualidade para o PSX. E começou a corrida para seduzir os produtores de jogos. Com a compra da Psygnosis, uma empresa inglesa de software, e o suporte de mais de 250 empresas japonesas, a Sony se preparava para produzir em larga escala o aparelho. Uma parceria com a Namco resultou em Ridge Racer, um jogo de fliperama baseado na placa do PSX que seria posteriormente usado como jogo-propaganda para o lançamento do console. Em dezembro de 1994, o PlayStation é lançado no Japão, apenas alguns dias depois do Saturn (este, por sinal, foi inteiramente produzido como um videogame 2D, e seu chip 3D colocado de última hora, resultando em uma performance muito inferior ao PSX nesse departamento).

Custando 37 mil ienes, aproximadamente 700 reais, o aparelho voava das lojas e foi considerado um dos produtos mais importantes da Sony desde o Walkman. Em 1995, o PlayStation dá as caras na E3 e rouba o show, seduzindo a imprensa e o público americano com suas promessas (também, ele estava concorrendo com o Saturn e o Virtual Boy!). E com uma centena de produtores ocidentais, tudo parecia perfeito para o lançamento americano. E assim, no dia 9 de setembro de 1995 a Sony levou às lojas seu novo console, custando 299 dólares, o mesmo preço para o lançamento do PS2. E no dia 2 de março de 1999, Kutaragi, que se tornou presidente do departamento de entretenimento eletrônico da Sony, anunciou o PlayStation 2. Com o poder do revolucionário Emotion Engine, desenvolvido por ninguém menos que Kutaragi, ele prometia revolucionar o mundo dos videogames como o conhecemos. Lançado no Japão em março de 2000, o videogame só chegaria aos Estados Unidos em outubro do mesmo ano. Em 2006 chegou ao mercado o PlayStation 3.

Curiosidade
• Desde seu lançamento em 1995, a marca PlayStation já vendeu mais de 200 milhões de videogames, sendo 10 milhões apenas nos dois primeiros anos.
Posted on 02/21/2007 6:48 PM Comments (0)

Moët & Chandon | História da marca

História
A casa MOËT & CHANDON foi fundada por Claude Moët em Epernay, região de Champagne, na França no ano de 1743. No século 19 seu neto, Jean-Rémy Moët, contribuiu para a expansão e crescimento da marca em mercados estrangeiros. Jean passou o negócio para seu filho e seu cunhado, Pierre Gabriel Chandon, vindo daí a origem do nome MOËT & CHANDON. Em 1750 ingressou no mercado inglês, 1755 na Alemanha, 1761 na Espanha, 1762 na Rússia e 1787 na América. Em 1801, ao ser eleito prefeito de Epernay, Jean-Rémy Moët decidiu que as pessoas importantes que eventualmente cruzassem a região de Champagne, a 150 quilômetros de Paris, deveriam se hospedar em sua propriedade. Com isso, o consumo da bebida aumentou significativamente.

A marca atual nasceu em 1833, quando Victor Moët e seu genro, Pierre-Gabriel Chandon de Brialles, formaram uma sociedade. No ano de 1856 as designações “Dry” e “Sec” começaram a aparecer nos rótulos das bebidas. No ano de 1863, em homenagem a Napoleão Bonaprte, a designação “Impérial” começou a ser utilizada. No ano de 1869, em comemoração ao 100 anos do nascimento de Napoleão Bonaparte, foi lançado o primeiro carregamento da champagne MOËT & CHANDON Brut Impérial, que passou a ser impressa no rótulo na década seguinte. Em 1891 foi inaugurado o famoso restaurante Maxim’s em Paris e a champagne MOËT & CHANDON se tornou a mais popular do estabelecimento. Em 1943 foi lançada a champagne “Dry Impérial” para comemorara a entrada do terceiro século de vida da empresa. Em 1968 a marca começou sua expansão nos Estados Unidos. Em 1986 foi lançada a campanha “Moët, the champagne of winners” para comemorar os 20 anos de presença na Fórmula One (a champagne estava na categoria desde 1966). Em 1995 a empresa lançou no mercado três novas champagnes, a Brut 1er Cru, Brut Rosé Réserve Impériale e a Nectar Impérial.

O Valor
Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca MOËT & CHANDON está avaliada em US$ 2.86 bilhões, ocupando a posição de número 89 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

Curiosidade
• Atualmente a empresa destina 80% de sua produção para a exportação, sendo a champagne mais vendida do mundo.
Posted on 02/21/2007 6:46 PM Comments (0)

Kraft Foods | História da Marca

Em 1903, o canadense James L. Kraft começou vender queijo no mercado por atacado na cidade de Chicago. Em 1914 a J.L. Kraft Bros & Co. inaugurou sua primeira fábrica de queijo na cidade de Stockton, estado de Illinois. Em um ano começaram a fabricar queijo em lata. Em 1919 a empresa se tornou a primeira produtora de queijo a colocar anúncios comerciais em revistas. No ano de 1924 a empresa abriu seu primeiro escritório de vendas europeu na cidade de Londres. Em 1928 a empresa introduziu no mercado o queijo VELVEETA. Ainda nesse mesmo ano adquiriu a Phenix Cheese Corporation, produtora do famoso Philadelphia Brand Cream Cheese (introduzido em 1880).

No ano de 1933, em uma feira na cidade de Chicago, a KRAFT lançou o molho para saladas MIRACLE WHIP. Em 1937 a marca Kraft Macaroni and Cheese Dinner foi introduzida no mercado com o slogan “Make a meal for 4 in minutes”. Em 1949 o arroz MINUTE Rice, introduzido em 1946, é distribuído nacionalmente. O Kraft Deluxe, queijo em fatia, foi introduzido no mercado americano em 1950. No ano de 1952 foi introduzido o queijo pasteurizado CHEEZ WHIZ. Em 1960 introduziu a KRAFT Peanut Butter no mercado canadense. No ano de 1983 introduz no mercado Light N’Lively Lowfat Yogurt, primeiro yogurt do mercado americano a ser vendido em embalagens de 6 unidades (six-pack). Em 1986 o Ketchup da KRAFT foi introduzido na Itália com o nome de Mato Mato. Dois anos mais tarde a empresa é comprada pela Philip Morris. Em 1989, a divisão de alimentos da Philip Morris, composta por KRAFT e General Foods, é unificada formando a KRAFT GENERAL FOODS.

A General Foods era proprietária das marcas TANG (lançado em 1957), Oscar Mayer (introduzido em 1883), Maxwell House Coffee (lançado em 1892), JELL-O Gelatin (introduzida em 1897), KOOL-AID (lançado em 1927), COOL WHIP (lançado em 1966). No ano de 1990 a KRAFT comprou a Jacobs Suchard, empresa européia de café e chocolate fundada em 1825, incluindo as marcas de café Jacobs (lançado em 1895) e os chocolates Suchard, Milka (introduzido em 1901), Toblerone (lançado em 1908) e Cote D’Or (lançado em 1883). Em 1992 adquiriu a Splendid, segunda maior produtora de café italiana, e a El Caserio, empresa líder no mercado de queijo na Espanha. No ano de 1995 a empresa passa a se chamar KRAFT FOODS. No ano seguinte adquiriu a empresa brasileira de chocolates LACTA. Em 2000 a empresa comprou a NABISCO, empresa líder mundial na produção de bolachas e snacks, proprietária de marcas como OREO (introduzida em 1912) e RITZ (lançada em 1934).

Curiosidades
• A KRAFT FOODS está presente em 150 países, empregando cerca de 113 mil pessoas, sendo a segunda maior empresa de alimentos do mundo.

• Seis marcas (produtos) da empresa tem vendas anuais acima dos US$ 1 bilhão, enquanto outros 61 produtos atingem vendas anuais acima dos US$ 100 milhões.
Posted on 02/21/2007 6:23 PM Comments (0)

Airbus | História da Marca

História
O consórcio aeronáutico europeu nasceu da parceria franco-alemã. Ridicularizada por suas pretensões iniciais, a companhia precisou de 33 anos para voar mais alto que a americana Boeing. Como pode voar um avião cujas peças são fabricadas em 16 lugares diferentes na Europa, transportadas para lá e para cá, até serem montadas? No fim dos anos 60, fazia-se piada do projeto europeu no outro lado do Atlântico Norte. Segundo os críticos, ele estaria condenado ao fracasso e consumiria bilhões de dólares dos contribuintes do Velho Continente. Jamais teria condições de fazer frente à Boeing.

A parceria teuto-francesa no setor aeronáutico começou ainda nos anos 50, com projetos de pequenos aviões. Na década seguinte, desenvolveu-se o avião de transporte Transall. Tudo começou oficialmente em 1967, quando um acordo entre Inglaterra, França e Alemanha, permitiu o começo do projeto de um avião widebody. A empresa nasceu oficialmente somente em 1970 com o nome de Airbus Industries, com a fusão da Aerospatiale (empresa francesa) e da Deutsche Aerospace (empresa alemã), logo seguida pela espanhola Construciones Aeronáuticas AS.

O nome Airbus provém das palavras inglesas air e bus, que significam ônibus aéreo. O Airbus A300 foi o primeiro avião widebody (de fileiras duplas) da história da aviação, bem como a primeira aeronave produzida pela empresa. O primeiro avião foi construído em 1972 e era capaz de transportar cerca de 280 passageiros. A primeira carteira de encomendas cabia em uma linha: seis aviões para a Air France.

Em março de 1977, a Eastern Airlines, uma dos maiores transportadoras domésticas dos Estados Unidos, comprou vinte e três aviões europeus. Este fato entrou para a história da Airbus como o momento de ruptura da supremacia da Boeing. Os americanos são vencidos em seu próprio mercado. No final de 1979, a Airbus vendeu 256 aparelhos a 32 clientes. Surge toda uma variedade de modelos, o A320 (introduzido em 1988), o A321 (introduzido no mercado em 1993) e o A319 (introduzido em 1996), com 1.300 exemplares vendidos. Os primeiros clientes do A320 foram Air France, British Caledonian, Adria Airways, Air Inter e Cyprus Airways. Essas aeronaves menores fazem muito sucesso e são as principais responsáveis pela fatia de mercado atual da empresa. Os modelos sucedem-se: o bi-reator A330, o quadri-reator A340 (que entrou em operação no ano de 1993 pelas asas da Lufthansa), aviões de longo curso que permitem transportar de duzentos e cinqüenta a quatrocentos e quarenta passageiros por doze ou quinze mil quilômetros.

O Airbus A380 é o maior avião comercial da história. O avião, chamado frequentemente de Superjumbo, fez seu primeiro voo experimental em 27 de Abril de 2005 em Toulouse. Os voos comerciais iniciaram em 2006. Devido ao seu peso, toda a traseira é construída num composto de fibra de carbono que é muito mais leve que o alumínio.

Curiosidade
• Hoje, a Airbus, maior fabricante de aviões comerciais, é uma companhia alemã, francesa, inglesa e espanhola sediada na cidade de Toulousse na França. O seu nome completo é Airbus Société par Actions Simplifiée.
Posted on 02/21/2007 6:18 PM Comments (0)

Bulova | História da Marca

História
A história da marca Bulova começou em 1875 quando um jovem imigrante checo de apenas 23 anos, Joseph Bulova, abriu uma pequena joalheria na cidade de New York. Em 1911, começou a produzir e vender relógios de mesa e de bolso. No ano seguinte, a empresa inaugura sua primeira fábrica para produzir componentes de relógios na cidade de Bienne, Suíça.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a conveniência dos relógios de pulso foi descoberta e com isso a empresa lançou sua primeira linha de relógio de pulso para homens em 1919. O nome Bulova Watch Company foi adotado em 1923, época em que a empresa revolucionou a indústria de relógios produzindo cada parte do relógio com extrema precisão, que poderia ser usada em qualquer relógio da marca. No ano seguinte é lançada a primeira linha de relógios femininos. Dois anos depois é introduzido o primeiro comercial de rádio com o slogan “At the tone, it’s 8 PM, B-U-L-O-V-A watch time”.

Os primeiros relógios elétricos foram produzidos em 1931, incluindo os relógios para serem usados em paredes, lojas, janelas, terminais e prédios de escritórios. Em 1941 a empresa lança seu primeiro comercial para televisão, uma foto simples de um relógio e um mapa dos Estados Unidos, com o locutor dizendo a seguinte frase: “America runs on Bulova time”. Em 1952 começou a desenvolver o modelo Accutron, primeiro relógio totalmente eletrônico, introduzido posteriormente em 1961. No ano seguinte, os relógios à prova de choque entram no mercado. O modelo Caravelle se tornou o relógio mais vendido dos Estados Unidos em 1968. No ano seguinte a empresa introduziu no mercado o modelo Accuquartz, primeiro relógio de quartzo do mundo. Foi desta forma que a marca Bulova se tornou conhecida e conceituada em todo o mundo.
Posted on 02/21/2007 6:15 PM Comments (0)

Havaianas | História da Marca

História
Tudo leva a crer que foi a Zori, sandália japonesa, a fonte de inspiração para a criação das sandálias havaianas em 14 de junho de 1962. Mas a versão nacional trazia um diferencial: eram feitas de borracha. Um produto natural, 100% nacional e que garantia calçados duráveis e confortáveis. Era tão simples a idéia da nova sandália que sua fama se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao aparecimento das imitações. A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”. Bonita e gostosa, a sandália havaianas se transformou num cult. Em uma marcha do Movimento dos Sem-Terra sobre Brasília, milhares de homens, mulheres e crianças cruzaram o país calçando sandálias havaianas. Na outra ponta, socialites, artistas, o Presidente da República, famosos pezinhos (e outros menos cotados) podem ser vistos dentro de coloridas havaianas. Sem dúvida é a sandália mais democrática que se tem notícia. Calça “do mais pobre ao mais rico” - como disse o escritor Jorge Amado, que não dispensa a calça jeans e um par de havaianas. Elas são a cara de pelo menos três gerações de brasileiros. Passaram pelo movimento hippie, pelos anos 70, 80 e 90. Em 1994 ganharam uma nova versão: as monocromáticas havaianas Top. Uma clara referência a seu posicionamento no mercado: um produto mais caro do que as tradicionais. Mídia e vips foram os primeiros a receber a novidade em mãos. Transformou-se em ícone, em objeto de desejo, em peça obrigatória. Segmentando seu mercado, a São Paulo Alpargatas criou uma versão para cada pé e cada gosto: as Tradicionais; a Top, as Havaianas Brasil, lançadas durante a Copa do Mundo de 98; a Surf; a Fashion; a Fashion Cristal; a Kids; a Clubes; a Floral; a Alamoana; a Milênio entre outros modelos que logo surgirão.

Na Fábrica de Havaianas em Campina Grande (PB), são fabricados cinco pares de sandálias havaianas por segundo, o que dá 105 milhões de pares em um ano. Desde o seu lançamento, 2,2 bilhões de pares foram fabricados e vendidos. E hoje se chega a uma constatação: a cada três brasileiros, dois em média consomem um par de havaianas por ano. A qualidade do produto, a estratégia de marketing e a campanha publicitária baseada em depoimentos - gente famosa usando havaianas - um antigo hábito da São Paulo Alpargatas, trouxeram vida para a tradicional sandália, ainda que ela dispensasse maiores apresentações. Quem primeiro apresentou o produto, por muitos anos, foi Chico Anysio com o slogan “Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras”. Na década de 90, voltou em um dos anúncios do lançamento das havaianas Top proclamando “Isso é amor antigo”. A simbiose entre o produto e o artista foi tão grande que houve um tempo em que se acreditava ser ele o dono da empresa. Saiu Chico Anysio e entrou Thereza Collor. “Todo mundo usa Havaianas” era o tema da campanha, que foi ao ar logo depois com o ator Luis Fernando Guimarães. Ele flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Na TV, a popularidade de Carolina Ferraz caiu ao tirar suas havaianas. Cristiana Oliveira ia tirando as peças de sua indumentária para descobrir o responsável pelos miligramas a mais que a balança, quebrada, não acusava. Em outro filme uma fã quase descobre Fábio Assunção disfarçado na praia através de suas sandálias. Pouco depois, um garoto beijava as sandálias de Rodrigo Santoro pensando serem de Luana Piovani, outro pedia as havaianas da Déborah Secco para fazer traves de gol. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira e Reinaldo Gianechini também apareceram nas telinhas em divertidas situações relacionadas ao produto. Uma coisa é certa: objeto de desejo, as havaianas têm glamour, personalidade e estilo. Básicas, irresistíveis, imprescindíveis, elas serão eternas enquanto durarem.

Curiosidades
• 2 em cada 3 brasileiros compram uma Havainas nova por ano.

• 70 países dos cinco continentes (da França ao Japão, de Honduras ao Congo) vendem as sandálias.

• 2,2 bilhões de Havaianas foram vendidas desde 1962.

• 1 segundo é o tempo que leva para fazer cinco chinelos na fábrica da Alpargatas.
Posted on 02/21/2007 5:44 PM Comments (0)

Tramontina | História da Marca

Fundada em Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, em 1911, por Valentin Tramontina, que foi seu comandante por 28 anos, a empresa começou como uma pequena ferraria. Valentin era um colono artesão, filho de imigrantes italianos, e veio a Carlos Barbosa porque a ferrovia significava perspectiva de expansão. Até 1930, a produção da ferraria era modesta. Valentin prestava serviços a empresas, entre elas, Arthur Renner, proprietário de uma refinaria de banha; fazia conserto em empresas e fabricava canivetes. Podia ser considerado um ferreiro urbano. Quando morreu seu fundador em 1939 a produção era artesanal e resumia-se a facas e canivetes feitos com cabo de chifre. A partir daí assume a ferraria dona Elisa Tramontina, esposa de Valentin, que desponta como uma empreendedora nata e arrojada. É ela que vai vender a produção nos mercados regionais e na capital.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), caso não existisse a determinação e a coragem de Elisa, a ferraria teria sucumbido. O ano de 1949 pode ser considerado um marco na história do hoje grupo Tramontina. Trata-se da data em que Ruy José Scomazzon, barbosense de 20 anos, cursando a faculdade de Ciências Econômicas da PUC – Porto Alegre, começa a prestar assessoria à Tramontina. Ruy, com espírito de liderança, implanta planos ambiciosos, enfatizando a organização em todos os setores. Inaugura-se uma nova etapa. O caráter artesanal dá lugar a uma produção manufatureira. Na década de 50, a empresa contava com 30 empregados e alguns representantes comis-sionados, espalhados pelo Estado. Os canivetes representavam 90% do faturamento. A empresa se expande rapidamente. é fundada a metalúrgica Forjasul, em Porto Alegre, posteriormente transferida para Canoas. As décadas de 60 e 70 são marcadas pela instalação de empresas do grupo em Garibaldi, Farroupilha e na Bahia. Houve um salto gigantesco. Dos 30 empregados existentes em 1950, a empresa passou a ter em seu quadro 557 funcionários no final dos anos 60.

Curiosidades
• A Tramontina é a única empresa brasileira a exportar com marca própria para mais de 100 países.

• Atualmente o grupo é formado por 10 unidades industriais que produzem mensalmente quatro milhões de facas, 14 milhões de talheres para uso diário, quatro milhões de talheres finos e econômicos, 800 mil chaves de fenda, 260 mil martelos, 200 mil enxadas, 20 mil pias e 35 mil cubas, 300 mil cadeiras e mesas plásticas, 20 mil cadeiras e mesas de madeira, 66 mil prateleiras, 15 mil cortadores e aparadores de grama e 200 mil panelas de aço inox.
Posted on 02/21/2007 5:24 PM Comments (0)

Lego | História da Marca

História
A LEGO foi fundada em 1932 pelo carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, na pequena vila de Billund, na Dinamarca, onde fabricava carrinhos de madeira artesanais para seu filho Godtfred Kirk. Seu filho começou a trabalhar no negócio com apenas 12 anos. Na parede da empresa foi pintada uma frase com os dizeres: “Only The Best is Good Enough”, usada atualmente para definir a empresa. Em 1934, a empresa, então com seis funcionários, adota nome LEGO, formado a partir das iniciais da frase dinamarquesa “LEg GOdt” que significa Play Well (Bem Jogado). Passou a fazer brinquedos desmontáveis até criar, em 1942, as primeiras pecinhas de plástico para encaixar.

Em 1947 começou a produzir brinquedos de plásticos através de uma máquina modeladora. Dois anos mais tarde a empresa produzia mais de 200 diferentes tipos de brinquedos, feitos de madeiras e plástico, incluindo os blocos de montar que conhecemos hoje em dia. Os blocos de montar ganham novo nome “LEGO Bricks” em 1953. Em 1958 o sistema de montagem e encaixe dos blocos é patenteado e o novo sistema de montagem criava inúmeras possibilidades de formas. A fábrica de brinquedos de madeira é destruída por um incêndio em 1960, e a empresa resolve dedicar-se somente a produção de brinquedos de plástico.

Em 1964 a empresa introduz as instruções de montagem em suas embalagens, auxiliando as inúmeras possibilidades de montagem de cada linha do produto por parte do consumidor. Em 1976 o bloco duplo de montar (Duplo Brick) é inventado e patenteado pela empresa, voltado para as crianças mais jovens. Nessa época existiam 218 diferentes kits de montar, com variações de cor, vendendo quase 19 milhões de kits por ano. No ano seguinte é inaugurado o LEGOLAND Billund, uma espécie de parque temático da marca, que em seu primeiro ano recebeu 625.000 visitantes.

Em 1973 a empresa adota um único logo, inclusive para todas as linhas de produto. Nesse mesmo ano é lançada a linha de navios e mobiliários para casa. O slogan “With LEGO you can do more” foi lançado em 1975. Nessa década foram introduzidas várias linhas de LEGO, possibilitando inúmeras combinações, inclusive para crianças mais velhas. A década de 80 começou com a inauguração do departamento de produtos educacionais, conhecido como Lego Dacta em 1989. Em 1982 ocorreu o lançamento do DUPLO Mosaic e Tecnic I, marcando o início dos produtos voltados para o mercado escolar. Na década de 90 a LEGO se consolidou como a décima maior produtora de brinquedos do mundo e primeira da Europa.

Em 1992, o maior castelo de LEGO foi montado ao vivo na televisão sueca, era composto por 400.000 peças. Em 1996 a empresa lança seu Site na Internet, entrando de vez na era da informática. Em 1999 inaugura o terceiro LEGOLAND na cidade de Carlsbad, Califórnia. A primeira loja própria da marca foi inaugurada em 2002 na cidade de Colônia na Alemanha, seguida das lojas nas cidades de Londres e Moscow. Em 2003 a empresa introduziu o novo slogan da marca “Play On”. A empresa é controlada pela família Christiansen até os dias de hoje.

Curiosidades
• A marca, quarta maior produtora de brinquedos do planeta, está presente fisicamente em 33 países, contando com 4 parques Legoland nas cidades de Billbund (Dinamarca), Windsor (Inglaterra), Carlsbad (Estados Unidos) e Gützburg (Alemanha), além de 5 fábricas (Dinamarca, Suíça, República Checa, Coréia do Sul e Estados Unidos).

• Ao longo dos seus mais de 60 anos de história, a empresa produziu mais de 320 bilhões de peças de LEGO, o equivalente a 52 peças por habitante do planeta.

• A cada 7 segundos um kit LEGO é vendido ao redor do mundo, isto equivale a 20 bilhões de peças produzidas anualmente, cerca de 2.3 milhões por hora.
Posted on 02/21/2007 5:16 PM Comments (0)

Estudo revela que sexualização na mídia afeta saúde mental de meninas

A exposição em revistas, televisão, videogames, videoclipes, filmes, letras de música e internet tem um efeito danoso para o desenvolvimento de garotas adolescentes, diz um relatório da Associação Americana de Psicologia, divulgado nesta segunda-feira.

A sexualização - que, segundo a associação, ocorre quando uma pessoa é vista como um objeto sexual e quando alguém é valorizado apenas por seu apelo ou comportamento sexual - pode levar à perda de auto-estima, depressão e anorexia.

Segundo o relatório, há exemplos da sexualização de jovens em todos esses veículos.

Os casos teriam aumentado com o surgimento de novas mídias, como a internet, e com a popularização do acesso à informação.

Entre os exemplos usados pelo relatório está um comercial de tênis que mostra a cantora Christina Aguilera vestida com uniforme escolar com a camisa desabotoada, lambendo um pirulito.

Segundo Eileen L. Zurbriggen (presidente da força tarefa da Associação Americana de Psicologia que preparou o relatório e professora de psicologia da Universidade da Califórnia): “As conseqüências da sexualização de meninas na mídia hoje são muito reais e provavelmente terão uma influência negativa no desenvolvimento saudável das jovens”. “Nós temos amplas evidências para concluir que essa sexualização tem efeitos negativos em uma série de áreas, incluindo o funcionamento cognitivo e físico, a saúde mental e o desenvolvimento sexual saudável”.

As meninas podem acabar se sentindo desconfortáveis em seu próprio corpo, tendo problemas de auto-estima, distúrbios alimentares, depressão e uma auto-imagem sexual pouco saudável.

“Como uma sociedade, nós precisamos substituir todas essas imagens ‘sexualizadas’ com outras que coloquem as meninas em cenários positivos, que mostrem como são competentes e especiais”, disse Zurbriggen.

Segundo os psicólogos, os pais podem acabar contribuindo para o problema ou podem assumir uma posição protetora e educativa.

A associação fez um apelo para que os pais, educadores e profissionais de saúde fiquem atentos para o potencial impacto da sexualização sobre adolescentes. O objetivo é levar para todos os adolescentes, meninos e meninas, mensagens que levem a um desenvolvimento sexual saudável.

O relatório recomenda ainda que as escolas tenham programas de educação sexual que mostrem aos alunos o impacto da exposição de jovens como objetos sexuais.

Para Andrew Hill, professor de psicologia médica da Universidade de Leeds, na Inglaterra: “Se você olhar as revistas para meninas, é tudo sobre sexo. Nós somos uma sociedade visualmente absorvida, nossa visão das pessoas é dominada pela aparência delas”. “Uma das chaves aqui é a responsabilidade social. Os anunciantes e outras mídias precisam estar cientes de que os produtos que produzem e as imagens associadas a eles têm um impacto, e esse impacto não é sempre bom.”

Fonte: BBC
Posted on 02/21/2007 5:03 PM Comments (0)

February 2, 2007

As 25 melhores cenas de pancadaria de todos os tempos

Posted on 02/02/2007 11:09 AM Comments (0)

August 21, 2006

Discurso de Steve Jobs, o criador da Apple, para os formandos de Stanford

Por Steve Jobs

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo.

Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei
de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida.
E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.


A primeira história é sobre ligar os pontos

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses
antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?

Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu
me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior.
Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles
decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera,
receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: "Apareceu um garoto. Vocês o querem?"
Eles disseram: "É claro." Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se
formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar
os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum
dia eu iria para a faculdade.

E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente
escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais,
que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses,
eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda
de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que
meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi
muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No
minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam
e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.

Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão
do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu
comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa
refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado
pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.

Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país.
Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão.
Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas
de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre
diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e
artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando
estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no
Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na
faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando
que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu
nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores
poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos
olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás
10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha
para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem
que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira
de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.


Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a
Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple
se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes,
tínhamos acabado de lançar nossa maior criação - o Macintosh - e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido.
Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos
alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de
futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que
tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber
o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores.
Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei
David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso
público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar
conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.

Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido
para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com
menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da
minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia
chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o
primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do
mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa
e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu
temos uma família maravilhosa.

Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um
remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na
sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante
foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o
seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande
da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo
trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não
encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração,
você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor
à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.


Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: "Se você viver cada dia como se fosse o
último, um dia ele realmente será o último". Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33
anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: "Se hoje fosse o meu último dia,
eu gostaria de fazer o que farei hoje?" E se a resposta é "não" por muitos dias seguidos, sei que preciso
mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar
a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha
ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não
seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a
armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava
claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que
aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas.
Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas - que é o código dos médicos para
"preparar para morrer". Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou
ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro.
Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através
do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do
tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células
em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada
com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o
mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um
pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo
as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos
nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente
a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento,
o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão
dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.
Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da
opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração
e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.
Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado
Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos
anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever,
tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista
e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog
e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha
a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você
poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: "Continue com fome, continue bobo".
Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo.
E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado.
Posted on 08/21/2006 11:57 PM Comments (0)

July 15, 2006

 RANKING DA POBREZA CONFIRA O SEU !!!

 RANKING DA POBREZA CONFIRA O SEU !!!

- Sair do refeitório com palito na boca (200 pts)
- Dormir depois do almoço debruçado na mesa (400 pts)
- Chamar sua sala de meu escritório (250 pts)
- Levar fruta do almoço para o setor (100 pts)
- Ter armário (150 pts)
- Botar foto de artistas no armário (300 pts)
- Sair da empresa com crachá pendurado (350 pts)
- Chamar empresa de firma (450 pts)
- Achar que o sindicato é seu aliado (100 pts)
- Ficar mascando palito de dente a tarde toda(280 pts)
- Pedir cigarro para os colegas (150 pts)
- Vender os Tickets e VT's (320 pts)
- Andar com celular pendurado na cintura (500 pts)
- Colocar apelido nos colegas (250 pts)
- Molhar cabelo para ir embora (400 pts)
- Ter o "pentezinho" marrom (350 pts)
- Dizer para família que trabalha com computador (400 pts)
- Esperar o dia do pagamento pra sair pra balada (600 pts)
- Usar molho de chave pendurado na cintura (300 pts)
- Fazer um vulcão de arroz e encher de feijão no meio (550pts)
- Usar a unha do mindinho comprida ( 10.300 pts)
- Colocar a gravata só quando chega ao escritório (330 pts)
- Tirar a gravata pra sair pra almoçar (550 pts)
- Usar cortador de unhas no chaveiro ( 300 pts)
- Comer acima de 500 gramas no almoço (400 pts)
- Tomar uma pinguinha antes do almoço pra abrir o apetite (400pts)
- Ir trabalhar com camisa de time (1.500 pts)

Confira sua pontuação:
-0 a 99 pts - Chefe
-100 a 299 pts - Nem chefe e nem peão
-300 a 599 pts - Aprendiz de Peão
-600 a 1199 pts - Peão Junior
-1200 a 1999 pts - Peão Senior
-Acima de 2000 pts - Peão Master!!
Posted on 07/15/2006 4:50 PM Comments (0)

July 2, 2006

O que fazer para detectar um derrame

Derrame
mensagem: ATENÇÃO

Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a todos que
estava muito bem (ofereceram chamar um médico ) e que havia apenas tropeçado
sobre um tijolo por causa de seus sapatos novos. Eles a limparam e
lhe deram um
novo prato de comida - enquanto parecia um pouco agitada, Ingrid aproveitou o
resto da noite . O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua
esposa tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu)
ela sofreu um
derrame no churrasco - se eles tivessem sabido identificar os sinais
do derrame,
talvez Ingrid estivesse conosco hoje.

Leva somente um minuto para ler!

Reconhecendo um derrame

Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame dentro de 3
horas pode reverter totalmente os efeitos de um derrame...totalmente.
Disse que
o truque era ter um derrame reconhecido, diagnosticado e chegar ao paciente
dentro de 3 horas , o que é difícil.

Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do derrame
Pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em reconhecer
Os sintomas do derrame.

Agora os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame fazendo
três simples perguntas:


1. Peça o indivíduo para SORRIR.

2. Peça que LEVANTEM AMBOS OS BRAÇOS.

3. Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES (coerentemente ) (o dia está
ensolarado hoje).

Se a pessoa tiver problema com as algumas destas tarefas, chame um medico
imediatamente e descreva os sintomas ao expedidor.

Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos poderia
identificar
a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do discurso,
investigadores incitaram o público em geral para aprender as três perguntas.
Apresentaram suas conclusões na reunião anual da associação americana
de derrame
em fevereiro passado, difundido o uso deste teste que poderia resultar no
diagnóstico e no tratamento do derrame e impedir os danos cerebrais.

Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
enviarem você pode apostar que ao menos uma vida será conservada.

SEJA UM AMIGO E COMPARTILHE ESTE ARTIGO COM TANTOS AMIGOS QUANTO POSSÍVEL.
OBRIGADA............
Posted on 07/02/2006 3:57 PM Comments (2)

June 28, 2006

ENTENDENDO A RESSACA

ENTENDENDO A RESSACA

1. O que acontece com o corpo ?

Conhece a historia do "bateu, levou" ? Ressaca eh isso. Uma resposta do organismo a uma agressao que sofreu. Funciona assim: o corpo gasta glicose para metabolizar o alcool. Glicose eh acucar, acucar é energia..

Resultado: A gente fica fraco e sonolento. O excesso de alcool tambem inflama o aparelho digestivo, faz a cabeça doer, provoca nauseas, vomitos e aumenta a sensibilidade a luz. Enfim, ressaca soh nao da pereba.

2. Por que a dor de cabeca eh insuportavel ?

O alcool desidrata o corpo, do dedao do peh ao cerebro. Da seguinte maneira: o etanol inibe a producao do hormonio antidiuretico, e a gente faz muito mais xixi. Engoliu cuspe, pronto: eh hora de ir ao banheiro.
Portanto, a cabeça doi porque os neurônios sentem sede, literalmente.

3. Isso mata ou so eh chato pra burro ?

A menos que voce queira se jogar do 76º andar, ressaca nao mata.

Todos os sintomas desaparecem em 24 horas. Mas alto la: se voce ficar de ressaca todo dia, tambem pode acabar com gastrite, pancreatite, cirrose ... Ai, sim, nao vai durar muito...

4. Por que a ressaca soh aparece no dia seguinte ?

Porque eh durante o sono que o corpo do bebum trabalha para absorver todo aquele alcool que ele botou para dentro. De manha, com o servico feito, eh hora de disparar os sintomas desagradaveis.

5. Qual a diferenca entre ressaca e coma alcoolico ?

A quantidade de etanol que o camarada bebeu. Ateh determinado ponto, ele vai sentir dor de cabeca, vomitar, se arrepender e depois fica tudo bem. Alem desse ponto, a taxa de acucar no sangue cai drasticamente; o coracao pode parar de bater devido a inibicao que o alcool produz nos centros nervosos do cerebro responsaveis pelos batimentos; o camarada perde a consciencia..

Resumindo: eh encrenca da grossa.

ANTES DA FARRA - A PREPARACAO

6. Beber de barriga vazia eh pior ?

Muito pior. Ter comida na panca significa que o etanol nao estara sozinho na corrida da digestao. O organismo vai dividir as energias entre as duas tarefas, e isso tornara mais lenta a entrada do alcool na corrente sanguinea.

7. Mas comer o que ? Chuchu, rabada, macarrao ?

De preferencia, alimentos ricos em sal e gordura. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho. " O sal e a gordura estimulam a secrecao de substancias estomacais que protegem o estomago do alcool", avisa a nutricionista Cynthia Antonaccio.

8 . Tomar uma colher de azeite antes de enfiar o pe na jaca, ajuda?

Azeite tambem eh gordura, portanto ajuda. Entao pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedacos de pao na mistura. Isso mesmo, igualzinho ao que voce faz com o couvert do restaurante.

9. A propaganda diz para tomar um Engov antes e outro depois. Nao pode ser dois depois ?

Ateh pode. Um ou dois antes eh que nao adianta nada. Ainda nao inventaram remedio que previne contra a ressaca. Tudo o que existe apenas dribla os sintomas. O Engov tem hidroxido de aluminio, que alivia os males digestivos; tem AAS, que eh um analgesico; e tem cafeina, que contrai os vasos sanguineos dilatados pelo alcool e, assim, diminui o mal-estar.

10. Me disseram que a ressaca de vinho eh a pior de todas. Confere?

Nao. As bebidas com teor alcoolico mais alto - destilados (uisque, vodca, pinga) - eh que provocam maior estrago. Elas sao absorvidas mais rapidamente pelo corpo. Por deducao logica, os fermentados (vinho, cerveja) fazem menos mal, certo? Cuidado: tudo gira em torno da quantidade.

DURANTE O PORRE - CONTROLANDO OS RISCOS

11. Entao, o que eu faco para acordar legal amanha ?

O truque eh simples e eficiente: intercale um copo d´agua entre dois de birita. A agua eh o verdadeiro santo remedio anti-ressaca. Ela reidrata, dilui o alcool e facilita o trabalho dos rins e do figado. Sem dizer que tambem empanturra. Numa panca cheia d´agua cabe menos pinga. Trocar a agua por suco ou refrigerante tambem pode. Essas bebidas sao ricas em carboidratos, que viram energia e ajudam a metabolizar o alcool.



12. O camarada que fuma enquanto enche o caneco vai ter uma ressaca
mais branda ?

Pelo contrario, alcool e fumo formam uma dobradinha mais perigosa do que Caniggia e Maradona na Copa de 90. Quanto mais nicotina, menos oxigenio no sangue e mais rapido se da o processo de intoxicacao.



O DIA SEGUINTE - PLANOS DE CONTIGENCIA

13. Danou-se. Acordei de ressaca. Por que o gosto de cabo de guarda-chuva na boca ?

Por causa da desidratacao. A boca fica seca e o paladar capta o sabor acido das substancias que o estomago despeja para processar o alcool.

14 . O que eh melhor comer nessa hora?

Alimentos de facil digestao para nao estressar ainda mais o organismo, ja detonado pelo esforco de processar o alcool. Os campeoes: frutas, para reidratar e repor as vitaminas, e pao, batata e massas, para obter glicose rapidamente e fornecer energia ao corpo.



15. Correr para a academia e malhar feito um louco ajuda ?

Falou, Superman ... O pobre-diabo do manguaceiro nao tem forcas nem para ir ao banheiro, quem dera para correr na esteira. E, para fazer exercicio, o corpo precisa de glicose - a mesma que esta sendo usada na recuperacao pos-peh na jaca. Vai querer dividir ?



16. Jah sei, vou continuar bebendo ... ?

Esse eh o truque do alcoolatra. Ele "rebate" a ressaca com outro porre.
Funcionar, funciona, porque se cu de bebado nao tem dono, ate parece que ele vai perceber que esta de ressaca. Se essa eh a sua saida, procure os Alcoolicos Anonimos.

17. O que eu faco pro meu quarto parar de rodar ?

Repouso. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. A ressaca aumenta a sensibilidade a luz. Aproveite o momento introspectivo para fazer a mais classica das promessas: "Nunca mais vou botar uma gota de alcool na boca".

Ressaca tem que terminar com uma baboseira dessas ...





SEJA UM BEBADO ... MAS SEJA UM BEBADO BEM INFORMADO!!!
Posted on 06/28/2006 6:16 PM Comments (1)

June 26, 2006

Campanha publicitária esconde agressões da Aracruz

Campanha esconde agressões da Aracruz
Quilombolas, indígenas e camponeses do Espírito Santo escrevem nota de repúdio a Pelé, Gilberto Gil e Daine dos Santos por participarem do comercial da transnacional


Quilombolas, indígenas e pequenos agricultores do Espírito Santo, vítimas da Aracruz Celulose no Estado, estão redigindo uma nota de repúdio à peça publicitária que a transnacional do "eucalipto" tem veiculado entre os jogos da Copa do Mundo. O texto será mandado às sete personalidades que participam da propaganda e ao ministro da Cultura, Gilberto Gil, que cedeu os direitos de sua música "Balé de Berlim" à agência W/Brasil, responsável pela criação.
No comercial, Pelé, a ginasta Daiane dos Santos, o cantor Seu Jorge,
o astronauta Marcos Pontes, o boxeador Popó, o técnico Bernardinho e o iatista Robert Scheidt mostram sua intimidade com a bola, sob o slogan "Fazendo um bonito papel no mundo inteiro". De acordo com as lideranças sociais, a propaganda, enganosa, visa esconder as agressões que a empresa pratica contra comunidades tradicionais, assim como contra o meio-ambiente.
O manifesto, redigido em conjunto pelos quilombolas, indígenas e camponeses, virá acompanhado de fotos que mostram indígenas capixabas feridos, expulsos de sua terra, em ação de despejo efetuada pela Polícia Federal e tratores da Aracruz, no início do ano. O documento, que deve ter como porta-vozes artistas e esportistas de renome, conta com o apoio da Rede Alerta Contra o Deserto Verde – grupo formado por cerca de 100 entidades com o objetivo de frear a expansão da monocultura do eucalipto no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro.


REI DOS NEGROS
"É inaceitável que negros com fama internacional ajudem a vender a imagem da Aracruz Celulose, empresa que tomou os territórios dos descendentes de escravos no norte capixaba", diz Domingos Firmiano dos Santos, liderança quilombola de Sapê do Norte, que denuncia que até mesmo os cemitérios onde os escravos estavam enterrados foram cobertos de eucalipto pela Aracruz. "O que mais assusta é que o mesmo ministério que reconhece as comunidades quilombolas, através da Fundação Palmares, também tem um papel indireto, com Gilberto Gil, no comercial".
Outra liderança quilombola, Kátia Santos Penha, comenta a participação do "rei do futebol" no comercial, que se utiliza de três personalidades negras: "O Pelé nunca se declarou como negro. Ele não nos representa. O título que ele ostenta foi dado pelos brancos e pela mídia. Ele pode ser o rei do futebol, mas nunca será o rei dos negros".
Em tempo, Pelé foi homenageado pelo rei da Noruega recentemente. Coincidências à parte, o rei nórdico é cunhado do maior acionista da Aracruz, proprietário de 28% da empresa, vindo logo seguido pelo Banco Safra, também com 28% e pela Votorantim, com outros 28%. O restante fica com um órgão ligado ao governo federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com 12,5% e com a Souza Cruz, detentora de um percentual menor.


NO BANCO DOS RÉUS
A imagem da Aracruz Celulose anda arranhada na Europa. Em maio, a empresa foi condenada por ações violentas contra quilombolas, indígenas e sem-terra, durante o Tribunal Permanente dos Povos, realizado na Áustria. Além disso, a transnacional também tem tido de lidar com a repercussão negativa gerada pela presença de indígenas brasileiros que têm denunciado a Aracruz em vários fóruns europeus.
As lideranças indígenas informaram ao público do velho continente que a empresa não só já destruiu cerca de 50 mil hectares de Mata Atlântica para plantar eucalipto, como tem tomado as suas terras, a dos quilombolas e a dos camponeses. Só no Espírito Santo, cerca de 50 mil hectares de território quilombola estão nas mãos da empresa.
Uma juíza federal determinou que a Caixa Estadual, o Estado do Rio Grande do Sul e o BNDES (por coincidência, também acionista da Aracruz Celulose) suspendam qualquer propaganda que dê um enfoque estritamente positivo do plantio de monoculturas de árvores. A decisão foi motivada por ação civil pública de entidades ambientalistas, com o argumento de que a publicidade do governo firma a convicção de que somente existem vantagens nas monoculturas de eucalipto. O governo tem divulgado o seu programa de crédito para o plantio de eucalipto sem abordar qualquer desvantagem ou perigo sócio-ambiental causado pelo plantio.
 
Marcelo Netto Rodrigues
da Redação (Jornal Brasil de Fato)
Posted on 06/26/2006 8:54 AM Comments (0)
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